terça-feira, 21 de dezembro de 2010

NAVEGAÇÃO AEREA


Processos de Navegação para determinação de dois elementos básicos: Posição em relação à superfície terrestre e direção a seguir, o navegador poderá se valer de diversos meios ou processos, a saber:

a)     Navegação Visual: Utiliza referencias visuais na superfície terrestre.
b)     Navegação estimada: Aeronave usa três instrumentos de bordo: Bússola, Velocímetro e Relógio.  
c)     Navegação Rádio ou Radionavegação: posição geográfica e orientação de uma aeronave, por meio da interpretação de mostradores no painel, da a direção de ondas de radio emitidas por estações terrestres de posição conhecida.
d)     Navegação Eletrônica: Baseada em equipamentos eletrônicos munidos de computadores.
e)     Navegação Astronômica ou Celestial: Fornecem posição de um observador na superfície terrestre.
f)       Navegação por Satélite: Princípios aplicados a navegações.

Sistemas de coordenadas planas

      Sistema que permite facilmente a localização, fez um sistema de graticula ou gradeado sobre uma superfície plana. Temos linhas verticais e horizontais cruzando um ângulo de 90° partindo de dois eixos arbitrários “X” e “Y” verificado que qualquer ponto deste plano poderá ser expresso matematicamente por dois algarismos.chamamos de coordenadas planas.
      Ao navegador importa LOCALIZAÇÃO, DETERMINAR ORIENTAÇÃO (direção a seguir) entre dois pontos quaisquer. Qualquer direção tomada neste plano formará com a direção de referencia um valor angular entre 000° a 360°, ângulo será medido no sentido horário da direção de referência até a direção pretendida. O navegador irá fazer vôos em torno da terra.

Trem de pouso - (CONHECIMENTOS TÉCNICOS)


Trem de pouso

Conceituação: O trem de pouso é o conjunto das partes destinadas a apoiar o avião no solo.

  • Amortecer os impactos do pouso.
  • Frear o Avião.
  • Controlar a direção no taxiamento ou manobras no solo.

Tem aviões que operam no meio aquático, e outros no meio terrestre, aviões classificam-se em (Hidroaviões ou Hidroplanos), Aviões terrestres e aviões anfíbios.

Trem de pouso pode ser:

·        Trem de Pouso Fixo: ex. de aeronave Paulistinha, Aero Boeiro
·        Trem de Pouso Retrátil: “trem recolhidoex: 737...
·        Trem de Pouso Escamoteável: Trem recolhido e fechado no compartimento.

 O trem é recolhido através de um mecanismo hidráulico ou elétrico, ou então sistema manual de emergência. O piloto aciona uma chave ou alavanca para baixar o trem, acendera uma luz no painel para cada “perna” do trem de pouso, avisando que elas estão baixadas e TRAVADAS.

Quanto á as rodas o trem de pouso pode ser Convencional ou Triciclo.

EX: Trem de pouso convencional: Boeiro, Paulistinha etc.
      Trem de pouso Triciclo: Cessna, corisco, etc.

Temos também o trem de pouso MOLA, do modelo mais simples, consiste também em uma lamina ou tubo de aço flexível que atua como molas, absorvendo o impacto do pouso. A mola não amortece o impacto, sendo ela não dissipa a energia absorvida. Ela devolve ao avião podendo devolver com o impacto para o ar novamente. Evitar isto é fazer um pouso com cuidado e suave.

Ex: Trem de pouso de Mola: Aeronave Piper. Com pneus de baixa pressão.

Em alguns aviões, estrutura do trem de pouso é rígida e articulada. Amortecido por grossos arcos de borracha. No pouso o trem de pouso abre para os lados, esticando os aros de borracha e absorvendo o impacto do choque. Os amortecedores de borracha podem ter a forma de disco ou cordas (denominadas Sandows).
 
Amortecedores Hidráulicos

O amortecedor hidráulico é constituído por uma haste que desliza dentro de um cilindro contendo um cilindro oleoso. Este fluido realiza o amortecimento do impacto, e uma mola externa suporta o peso da aeronave.

Amortecedores Hidropneumáicos

Neste amortecedor, que é chamado Óleo-pneumático o ar ou o gás dentro do cilindro é comprimido a uma pressão suficientemente elevada para suportar o peso da aeronave. Isso elimina a mola e melhora o funcionamento do conjunto.
O amortecimento com o fluido é resistente e praticamente evita a aeronave saltar do chão mesmo em pouso mal executados. A tesoura serve para alinhar a posição da roda enquanto a haste se recolhe, e o orifício e a agulha, (ou um tubo chamado TUBO-ORIFICIO) que restringem o movimento do fluido.

Toque: O orifício restringe a passagem do fluido, absorvendo o impacto no momento do toque.

Fim de Curso: O ar esta comprimindo ao máximo.  O orifício está mais fechado, tornando o amortecedor mais “duro”.

Retorno: Provoca o retorno da haste. O orifício restringe o fluxo do fluido, suavizando o retorno da haste. Isso evita o salto do avião.

Conjunto das roda

Tem a finalidade de permitir a rolagem do avião no solo e a sua freagem. Suas partes constituintes são:

  • Pneus
  •  Roda
  • Freios

Os pneus e as rodas são semelhantes aos de automóveis.

Além dos pneus “com Câmeras” e “sem Câmeras”, temos ainda os pneus de:

·        “Alta Pressão” – Para pistas pavimentadas ou duras
·        “Baixa Pressão” – Para pista macias como a grama e a terra solta

Existem três tipos básicos de construção das rodas de aviões:
  1. “Flanges Independentes”
  1. “Meias-Rodas”
  1. “Cubos-e-Flanges”





Freios

Os freios dos aviões são usados para efetuar curvas fechadas em manobras no solo.  Para isso o piloto efetua a freagem diferencial, executando o pedal somente para o lado que ira curvar, juntamente com o pedal do leme.

Somente o trem de pouso principal possui freios. A roda do nariz ou da bequilha sustentam apenas certa parte do peso da aeronave, não seria necessário nessas rodas o sistema de freio. Os freios são acionados com o mesmo pedal do leme no caso apertando a ponta do pedal para baixo ele aciona o sistema de freio. Usar o leme para fazer curvas para direita e esquerda basta só afundar o pedal até o fundo para frente para o lado que quer iniciar a curva.   

      “temos também aviões com 4 pedais 2 para freios e 2 para o leme”

Tipos de Freio: Temos dois tipo de freio principais em aviões, freio “a tambor” e os “a Disco”

Freios a Tambor

Constituído por um tambor que gira juntamente com a roda. Ao freiar, duas sapatas ou lonas atritam-se contra o lado interno do tambor, iniciando a freagem da roda.

Funcionamento do Freio a Tambor:

Na condição “freio Livre” as sapatas ficam afastada do tambor pela ação de uma mola. Quando o freio é aplicado, o fluido hidráulico é injetado dentro do cilindro do freio, o qual comprime as sapatas de encontro a superfície interna do tambor.

Freios a Disco

Constituído por um disco que gira juntamente com a roda. Quando o freio é aplicado o fluido faz com que as pastilhas, em ambos os lados do disco, façam pressão sobre este freando a roda.






Sistema de Acionamento dos Freios

Hidráulico – Utilizado praticamente em todos os aviões.
Pneumático – Utilizar o ar comprimido no lugar do fluido hidráulico.
Mecânico – Aciona os freios através de hastes, cabos, alavancas, polias, etc.

Freios de Estacionamento “PARKING BRAKE”

Em diversas aeronaves o freio de estacionamento é o próprio freio normal, os pedais ficam travados no fundo através de um dispositivo como uma alavanca puxada pelo PILOTO. Tem modelos de aeronaves que costuma ter freios de estacionamento independente, semelhantes ao freio de mão dos automóveis.

Sistema de freagem de Emergência

Constituído por:

> Sistema DuplicadoFormado por dois sistemas normais funcionam em conjunto e independente, de modo que se um falha não afeta o outro em funcionamento.

> Sistema de Emergência IndependenteSão sistemas separados dos sistemas principais, então em ação somente quando aquele falhar. Servem também para freios de estacionamento.

Sistema Anti-derrapante

Esse dispositivo é acionado no momento prestes a derrapar. Para evitar que a aeronave derrape, muitos aviões possuem o sistema anti-derrapante o qual libera os freios quando a roda esta prestes a parar. Aplicado novamente logo que a rotação se reinicia. Esta é uma ação rápida que na pratica equivale a frear continuamente no limite da derrapagem.  Antes do pouso o piloto deve verificar se o sistema está ligado e funcionando.

Controle direcional no solo

É direcionado pelo trem do nariz ou da quilha, controlados pelos pedais do leme, através de cabos ou hastes.

Classificação dos aviões quanto à asa (CONHECIMENTOS TÉCNICOS)


Quanto à localização da asa na fuselagem, os aviões podem ser:
- asa baixa
- asa média
- asa alta
- asa parassol

As asas pode ser do tipo cantilever e semi-cantilever.
Quanto os tipos de asas os aviões podem ser MONOPLANOS ou BIPLANOS. Antigamente haviam também Triplanos, Quadriplanos, e tc.

                              Monoplano, Biplano, Triplanos

                 As asas podem ser regulamentar, trapezoidal, elíptica, Delta.

Fuselagem: Toda a estrutura da aeronave, onde estão as asas e empenagem. Ela comporta tripulantes, passageiros e cargas; contém ainda os sistemas do avião, trem de pouso, motor, etc. Os três principais tipos de fuselagem são:

·        Tubular: Formada por tubos de aço soldados, contendo cabos de aços esticados em vários pontos para suportar esforços de tração, extremamente recoberto com tela tendo um revestimento não resistindo a esforços.

·        Monocoque: Formato aerodinâmico. Os esforços são suportados por esses revestimentos são feito de chapas metálicas e ligas de alumínios. Plástico reforçado ou contra placado de madeira.

·        Semi-monocoque: utilizados nos aviões atuais. Formado por cavernas, revestimento e longarinas, todos resistem os esforços aplicados sobre o avião, Materiais utilizados mesmo que o SEMI-MONOCOQUE.

Empenagem – é destinada a um conjunto de superfícies a estabilizar o vôo do avião, compreende duas partes:

  • Superfície Horizontal: essa superfície pode tanto levantar como abaixar a calda, formada por um estabilizador HORIZONTAL fixo ou um PROFUNDOR móvel. Pode ser inteiriço e todo móvel.
  •                          
                            Estabilizador Horizontal e Profundor

     

FONTE: JORGE M. HOMA - CONHECIMENTOS TÉCNICO.

Velocidades (TEORIA DE VÔO)

VELOCIDADE: DISTANCIA PERCORRIDA POR UNIDADE DE TEMPO 
 
- KM/H 
- MPh: MILHAS POR HORA (1.609)
- Kt - Knots ou nó (1.852) 


Vento relativo: Sopra sobre a aeronave em movimento, geralmente no sentido contrario do movimento. 

EX: se um avião subir em um angulo de 15° o vento relativo estará descendo na mesma velocidade em um angulo de 15° vento de proa.

Metar = Meteorological Aerodrome Report (METEOROLOGIA)

METAR = Meteorological Aerodrome Report (relatorio meteorologico de Aeródromo) Associado às Observações Meteorologicas e fornece informações sobre a codificações do tempo em um aeródromo especifico.

Exemplo de um Metar:
SBSP 221000Z 21005KT 5000 BR SCT020 OVC080 20/17 Q1018

SBSP = SIGLA DO AERÓDROMO neste caso aeroporto de Congonhas (CGH)
22= Dia 22
1000Z = Hora zulu Horarido Mundial adotado pela aviação Aviação. 

210= seria vento de 210° 
05= velocidade do vento em Nós (KNOTS)
5000 = visibilidade Horizontal a 5000 metros.
BR = Mist = nevoa Umida

SCT - Scattered = Esparso a 2000 pés
OVC - Overcast Encoberto a 8000 pés

20 = 20°C temperatura tempo
17 = Ponto de Orvalho

Q1018 = QNH pressão do AR no aerodromo.

===============================================
Siglas

- RA (Rain) = CHUVA
- com simbolo + significa Forte ex: +RA ou -RA chuva leve
- SH = Pancada de Chuva
- Leve (-)
- Moderado (sem sinal) ex: ... 21004kt RA sct045 ...

Descritos
MI - BAIXO
BC - BANCO
PR - PARCIAL
SH  (SHEAR) - PANCADA
TS (thunderstorm) TROVOADAS

Fenomenos de TEMPO

> Precipitados:
- DZ (DRIZZLE) - chuvisco
- RA (RAIN) - chuva
- 9999 - Visibiludade de até 10000 metros será codificado 9999 - em metros a frente a se enchergar. 10km
- VRB - Vento com direção variável sera codificado ex: 15010kt110V190
- WS R09 (ex.) - ventos cortantes na cabeceira R09
- SN (SNOW) - neve
- GR (HAIL) - granizo
- G ex: G15kt - Gust - Rajadas variando ( no caso do ex: Rajada variando de 15 nós
- GS (HAIL Low) - granizo pequeno
- WS (Wind Shear) - Tesoura de ventos, ventos cortantes
- CB - Cumulonimbus ou TCU (Towering cumulus) - Torre de Nuvens
- BCFG - Banco de nevoeiro - usado em visibilidade - estiver acima de 1000 metros
- RERA - Chuva recente/RETS - trovoada recente

Fenomenos Não Precipitados

- SA (Sand) - areia
- HZ (HAZE) - Névoa seca
- BR (MIST) - Névoa Umida
- FG (FOG) - Nevoeiro
- FU (SMOKE) - Fumaça

> Nebulosidades:

FEW - POCAS NUVENS - 1 A 2/8 DE NUVENS
STC - SCARTTERED - ESPARSO ou PARCIALMENTE NUBLADO
BKN - BROKEN - NUBLADO (5 A 7/8 DE NUVENS)
OVC - OVERCAST - ENCOBERTO (8/8 DE NUVENS)
NSC - NO SIGNIFICANT CLOUDS - NENHUMA NUVEM SIGNIFICATIVA.

CAVOK - Alcance visual na pista.


by: Anibal Salles.

Estruturas do Avião (CONHECIMENTOS TÉCNICOS)

As Principais partes do avião:

- Asas
- Fuselagem
- Empenagem = Superficie Horizontal e Vertical.
- Superficie de Controle = Superficies Primarias ou Principais e Secundarias.

  1. Asa: Produz Sustentação ao vôo.
  2. Fuselagem: Partes do avião onde estão fixadas as assas e empenagem.
  3. Empenagem: Conjunto de superficies destinadas a estabilizar o Vôo do Avião. Tem duas Superficies agregado neste componente que é: * Superficie Horizontal: Levantar e Abaixar a Cauda formado por um estabilizador Horizontal fixo e por um profundor móvel.* Superficie Vertical: Guinar o Avião para direita e para esquerda constituída por um estabilizador vertical leme de direção móvel.
  4. Superficie de controle ou de comando: Partes móveis da asa e da empenagem, Localizadas nos bordos de FUGA, fixadas através de dobradiças sua função é controlar o vôo do avião tendo duas Superficies: * Superficies Primarias ou Principais: AILERON, LEME DE DIREÇÃO, PROFUNDOR. * Superficies Segundarias: COMPENSADOR DO AILERON, COMPENSADOR DO PROFUNDOR, COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO.
JORGE M. HOMA - CONHECIMENTOS TÉCNICOS - AERONAVES E MOTORES.

Avião e seus Componentes (CONHECIMENTOS TÉCNICOS)

- CLASSIFICADO EM 3 GRANDES GRUPOS:
1) Estrutura: Da a forma ao avião, aloja componentes e fixa componentes
  • ASA
  • AILERON
  • FUSELAGEM
  • ESTABILIZADOR
  • PROFUNDOR
  • DERIVA
  • LEME DE DIREÇÃO
2) Grupo Moto-propulsor: Responsavel pelo deslocamento do avião no AR.

  • HÉLICE
  • MOTOR
3) Sistema de combustivel: Diferentes partes destinadas a cumprir uma determinada função.

  • FILTRO
  • BOMBA PRINCIPAL
  • TUBULAÇÃO BOMBA AUXILIAR
  • VALVULA DE CORTE E SELETORA
  • SENSOR DE NIVEL
  • BUJÃO
  • TANQUE
"Fonte Aeronaves e Motores - Jorge M. Homa - Conhecimentos Técnicos"

Tipos de comando nos EIXOS. (TEORIA DE VÔO)

  • Eixo Vertical: Movimento do LEME de direção = Movimentos de Guinada.

  • Eixo Longitudinal: Movimento dos Ailerons.

  •  Eixo Transversal: Movimento Profundor = Eixo Lateral.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

ANAC incentiva formação de pilotos gerenciada por empresas aéreas

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1394397-7823-ANAC+INVESTE+CERCA+DE+R+MILHOES+NA+FORMACAO+DE+NOVOS+PILOTOS,00.html

Brasília, 13 de dezembro de 2010 – A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) propõe em audiência pública a criação de centros de instrução de pilotos, certificados pela agência, dentro das empresas aéreas, e a criação de uma nova licença: a de tripulação múltipla. A idéia é permitir que quem deseja ser um piloto profissional possa optar por um caminho diferente, iniciando sua carreira diretamente nas empresas, o que garante uma formação muito mais especializada e nos padrões de cada companhia. 

A proposta faz parte da edição do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 61 (RBAC 61), que estabelece os requisitos de instrução, conhecimento teórico e perícia para que uma pessoa possa ter uma habilitação de piloto e tem como objetivo harmonizar a legislação brasileira com as normas da Organização Internacional de Aviação Civil (OACI).

O texto propõe que ao invés de iniciar os estudos seguindo a formação tradicional (retirando na ordem as licenças de piloto privado, piloto comercial e piloto de linha aérea), possam iniciar sua formação profissional diretamente nas empresas, através de centros de formação gerenciados por elas. Para isso, bastaria passar na prova teórica de licença de piloto de linha aérea e iniciar o curso. Ao término, o aluno receberia a nova licença, a de piloto de tripulação múltipla, com 240 horas de voo.

Outra novidade no texto proposto pela agência é a criação da licença de aluno piloto, que será de porte obrigatório para os alunos do curso de piloto que não possuam qualquer outra licença na mesma categoria de aeronave. O documento terá validade de 24 meses.

A proposta da ANAC para o RBAC 61 já está em sintonia com as diretrizes do RBAC 120, que trata do uso indevido de substâncias psicoativas na aviação civil, e as do Sistema de Gerenciamento de Risco Operacional.

O texto completo da proposta do RBAC nº 61 pode ser acessado no site da ANAC, no endereço: http://www.anac.gov.br/transparencia/audienciasPublicasEmAndamento.asp até às 18 do dia 18 de dezembro de 2010. Qualquer cidadão poderá enviar sua contribuição por e-mail, desde que por meio de formulário próprio disponível no site. Todas as contribuições recebidas dentro do prazo serão analisadas pela ANAC, que julgará a necessidade de realizar alterações no texto original. Concluído esse processo, a intenção é que o regulamento entre em vigor no segundo trimestre de 2011.


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Fokker - 100 / Check-List



URL: http://fokker.avsim.net  

Pre-Start Checklist

- Parking Brakes SET
- Throttle IDLE
- Fuel Flow Switches CUTOFF
- Landing Gear Lever CHECK DOWN
- Battery Switch ON
- Panel Light ON if required
- Panel Switch ON
- Flaps UP
- Spoilers RETRACTED
- Lift Dumpers RETRACTED
- Fasten Seat Belts ON
- No Smoking Sign ON
- Fuel Quantity CHECK
- Flight controls CHECK
- Avionics Master Switch ON
- Radios ON
- APU START
- Check Weather (ATIS, Flight Services)
- De-Ice TEST/CHECK
- Request Clearance
- Transponder STANDBY
- Beacon ON

Startup Checklist

- Engine Area CLEAR
- Throttle IDLE
- Left Engine
- Fuel Flow Switch ON
- Engine Start START (hold until engine starts)
- Right Engine
- Fuel Flow Switch ON
- Engine Start START (hold until engine starts)
- Aircondition ON
- Landing Speed 115 KIAS
-Touchdown MAIN WHEELS FIRST
-Landing Roll LOWER NOSE WHEEL
-After touchdown Apply Reverse Thrust, at 60 kts: Cancel Reverse Thrust Spoilers / Lift Dumpers VERIFY EXTENDED / Brakes AS REQUIRED

Taxi To Ramp

- Autobrake CHECK OFF
- Strobe Light OFF
- Landing Lights OFF
- Flaps / Spoilers / Lift Dumpers RETRACT
- De-Ice OFF
- Transponder 1200
- Speed Max. 20 knots
- Elevator Trim TAKEOFF SETTING
- Avionics/Radios AS REQUIRED


Shutdown Checklist

- Parking Brake SET
- Throttle IDLE
- Passenger Signs OFF
- F/D OFF
- Aircondition OFF
- Pitot Heat OFF
- Radios / Avionics OFF
- Fuel Switch L/R CUTOFF
- Beacon OFF
- Panel Switch OFF
- Panel Light OFF
- Battery Switch OFF

Securing Aircraft

- Parking Brake Verify SET
- Throttle Verify IDLE
- All Switches Verify OFF

Before Taxi Checklist

- Heading Indicator SET
- Altimeter SET
- Instruments NORMAL OPERATION
- Radios and Avionics SET FOR DEPARTURE
- Autopilot SET, don’t activate
- Autothrottle SET, don’t activate
- F/D ON
- Yaw Damper ON
- Autobrake SET RTO
Request Taxi Clearance

Taxi Checklist

- Parking Brake RELEASE
- Taxi to assigned runway SPEED Max. 20 knots
- Brakes CHECK during taxi
- Directional Gyro PROPER IND. during turns
- Turn Coordinator PROPER IND. during turns
- Artificial Horizon ERECT during turns







Before Take-off Checklist

- Parking Brake SET
- Fuel Quantity CHECK
- Throttle IDLE
- Elevator Trim SET for takeoff
- Flaps 8 deg
- Flight Controls FREE AND CORRECT
- Engine/Flight Instruments CHECK
- Radios and Avionics SET
- Landing Lights ON
- Strobe Light ON
- Pitot Heat ON
- De-Ice AS REQUIRED
- Annunciator Lights CHECK
- Transponder ON
- Request Takeoff Clearance

Take-off Checklist

- Smoothly increase thrust to 40% N1 let spool up
- Takeoff Thrust 90-95% N1
- Brakes RELEASE
- V1 = Vr = 130 KIAS
- Pitch 10 degrees
- V2 = 140 KIAS
- At Positive Climb Rate Touch Brakes
- Landing Gear RETRACT
- Flaps RETRACT
- Autobrake CHECK OFF
- Annunciator Lights/Eng. Instruments CHECK

Climb-out Checklist

- Throttle AS REQUIRED
- Reduce Pitch to 5-8 degrees
- Trim for 250 KIAS / 1800 fpm
- Autopilot/Autothrottle CHECK and ACTIVATE
- Below 10000' max. speed 250 KIAS
- ATC AS REQUIRED
- Fasten Seat Belts OFF
- No Smoking Sign OFF
- Above 10000' speed 280 KIAS
- Landing Lights OFF








Cruise Checklist (above FL 180)

- At Transition Altitude (FL180) set Altimeter to 29,92" (1013mb)
- Accelerate to cruise speed FL180 0.62 mach (305 KIAS)
                                             FL240 0.68 mach (295 KIAS)
                                             FL280 0.70 mach (290 KIAS)
                                             FL330 0.70 mach (250 KIAS)
- Engine+Instruments CHECK
- Fuel Quantity CHECK
- Radios TUNED and SET
- Autopilot CHECK and SET
- Lights as required

Descent Checklist

- Atis/Airport Information CHECK
- Altimeter CHECK
- Radios SET
- Descent Speed to FL240 0.68 mach
                           to FL180 0.62 mach
At Transition Altitude (FL180) reset Altimeter to local
                           to FL120 280 KIAS
                  below 10'000ft 250 KIAS
- Flaps / Landing Gear CHECK UP
- Check Weather (ATIS, Flight Services)

Approach Checklist

Localizer Level Flight :
-Fasten Seat Belts ON
-No Smoking Sign ON
-Landing Lights ON
-Speed: Establish 200 KIAS
-Auto Spoilers / Lift Dumpers ARM
-Autobrake SET
                        Flaps 8 deg
-Speed: Establish 160 KIAS
                        Flaps 15 deg
-Speed: Establish 140 KIAS
                        Flaps 25 deg
- Landing Gear DOWN
- Turning toward runway: set flaps FULL DOWN

- Final Glideslope Descent :
- Speed: Establish 130 KIAS
- Parking Brake VERIFY OFF
- De-Ice AS REQUIRED

Landing Checklist
- Landing Gear CHECK DOWN, 3 GREEN
- Autopilot / Autothrottle OFF

sábado, 4 de dezembro de 2010

TCAS - Traffic Collision Avoidance System


 Traffic Collision Avoidance System, ou TCAS, é um sistema de segurança de voo incorporado nos aviões, cujo objectivo é evitar colisões entre aviões no ar.

O TCAS monitora o espaço aereo em redor do avião, em busca do sinal enviado de outra aeronave equipada com um Transponder. Quando o sinal é detectado, é avaliada a distância (vertical e horizontal), e emitida uma mensagem de aviso aos pilotos quando aquela distância atinge um nível considerado de perigo, ou eventual perigo. É um equipamento obrigatório de acordo com a ICAO (Organização de Aviação Civil Internacinal), nos aviões com um peso superior a 5.700 kg, ou que transportem mais de 19 passageiros.

Na imagem pode observar-se a presença de dois aviões, situados à frente do actual avião: um encontra-se a 800 pés acima (indicado por "+08"), e desloca-se em direcção ao presente avião (pequena seta orientada para baixo); outro, mais à frente, a 600 pés acima ("+06").

- No TCAS vou ser bem especifico nos 3 modos importantes:
1° Modo é o TCAS STBY TEST: deve ser feito sempre em solo antes do Voo, para verificar se tudo se encontra sem problemas no Equipamento.

2° Modo XPDR: TCAS OFF.



3° TA: A é um chamado Traffic Advisory. TAs are given to the pilot in form of the word TRAFFIC displayed in yellow on the ND, and the aural voice annunciation "traffic, traffic". ATs são dadas para o piloto em forma da palavra trânsito exibidas em amarelo no ND, eo anúncio de voz sonora "do tráfego, o tráfego". This is not the highest alert level. Este não é o mais alto nível de alerta. Its purpose is first to call attention to a possible conflict. Sua finalidade é o primeiro a chamar a atenção para um possível conflito.


TCAS triggers a TA as soon as an intruder enters the TA specific DMOD or tau area (see table below). TCAS desencadeia uma AT assim como um intruso entra no específicas DMOD TA ou área tau (ver tabela abaixo). If no altitude data is available from the intruder aircraft, TCAS assumes the intruder's relative altitude is within 1200 feet. Se nenhum dado está disponível a partir de altitude da aeronave intrusa, o TCAS assume altitude relativa do invasor é de 1200 metros. Se as informações de rolamento está disponível, o invasor pode ser identificado na ND por um sólido, círculo amarelo. Otherwise, the circle is removed and lateral distance and relative altitude with vertical motion arrow (if motion is detected) is displayed in yellow numbers under the word TRAFFIC. Caso contrário, o círculo é removida e altitude em relação à distância e laterais com seta movimento vertical (se for detectado movimento) é exibida em números amarelos sob a palavra TRAFFIC.



Transponder (aviação)

A transponder é um dispositivo eletrônico que produza uma resposta quando recebe uma interrogação do radio-frequency. Na aviação, o avião tem os transponders a ajudar em identificá-los sobre radar e no outro aircraft sistema de colisão. ATC as unidades usam o termo “grito” quando estão atribuindo a um avião um código do transponder, por exemplo. “Grito 7421”. O grito ou gritar assim podem ser ditos significar que “o código seleto do transponder” ou “eu selecionamos o código” xxxx do transponder.












 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Boeing 737

Tabelas de Níveis de Vôo. (REGULAMENTO DE TRAFEGO AÉREO)


Tabela de niveis de voo, esta é uma tabela para sabermos em qual altitude voaremos conforme nosso RUMO.
  1. De 000° a 179° usamos os Níveis Impares.
  2. De 180° a 359° usamos os Níveis Pares.

HSI - Horizontal Situation Indicator (Indicador de Situação Horizontal)

Um tipo de instrumento recptor de VOR, usado nas aeronaves comcerciais modernas. Sua utilidade é disponibilidade de encontrar um unico instrumento o giro direcional em um receptor VOR, facilita a visualização mental da posição da aeronave em relação a uma determinada radial de um VOR, ao lado temos o instrumento HSI, e com explicações de cada coisa o que significa. Este instrumento é do modelo que tem em aeronaves de pequeno porte. Os das aeronaves comerciais são do modelo digital.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Tipos de Nuvens (METEOROLOGIA)


REJECT TAKE-OFF

O REJECT TAKE OFF OU REJEIÇÃO DE DECOLAGEM é uma manobra efetuada durante a corrida de decolagem permitindo que a aeronave pare rapidamente na pista.
Antes de efetuar uma rejeição de decolagem, deve se ter conhecimento das condições atmosféricas do dia e da limitação do aeródromo que irá decolar. Os cartões de TAKE OFF são feitos para aumentar a segurança de vôo, onde os pilotos terão informações do TORQUE , da pista em uso , do vento , da temperatura , das velocidades V1 , V2 , VR e VFR.

V1 é a velocidade de decisão, usada como referência durante a decolagem, e é calculada em função da temperatura atmosférica, pressão atmosférica, peso da aeronave e comprimento da pista.
V2 – Velocidade de subida inicial
VR – Velocidade de Rotação
Vef- Velocidade de falha de um motor

Uma vez que a aeronave atinge a V1, não será mais possível parar o avião antes do final da pista, ou seja, mesmo em caso de pane, é aconselhável  prosseguir a decolagem. É de grande importância o conhecimento do manual da aeronave e as limitações de seu envelope operacional, sendo estes os gráficos traçados em folhas milimetradas onde as linhas curvas são inseridas e traçadas matematicamente. Esses gráficos têm a finalidade de obter valores satisfatórios para o correto funcionamento dos componentes da aeronave a uma dada condição. Caso a aeronave não esteja dentro do envelope operacional pode comprometer a potência disponível do motor , aumentando o consumo de combustível , causando desgastes prematuros desnecessários e insatisfatórios para o funcionamento do componente.
Numa decolagem, só se é possível abortar e conseguir parar na pista quando se estiver ainda abaixo da V1 (usando-se a frenagem padrão dos aviões). Os sistemas de freios são construídos para terem a máxima performance, considerando o pavimento molhado ou seco, com neve ou não, sistema para reduzir o efeito da aquaplanagem, o sistema de não travamento das rodas, sensores de temperatura e para evitar o super aquecimento etc... Porém os freios de uma aeronave não dependem somente do sistema, existem restrições como pista curta,  molhada, arremetida envelope operacional fora do que é recomendando. Nessas situações o piloto pode acionar continuamente os freios através dos pedais que será em vão.
Por isso a importância de checar o manual da aeronave e o envelope operacional, pois a cada vôo as condições atmosféricas são diferentes de cada dia tendo a certeza da eficiência do qual os equipamentos foram projetados.
Conforme a aeronave acelera durante a corrida de decolagem, a energia aumenta rapidamente na proporção ao quadrado do aumento da  velocidade. Esta energia deve ser dissipada para parar a aeronave. A baixas velocidades, até aproximadamente 80 Kts, a energia desenvolvida não é suficiente para causar dificuldade em parar a aeronave.
Na V1 será a velocidade ABAIXO DA QUAL o piloto irá decidir entre abortar ou prosseguir com a decolagem, uma vez ultrapassando a V1 o piloto é obrigado a decolar a aeronave independente da situação
Conforme a velocidade se aproxima da V1 numa condição de pista balanceada, a força requerida para parar a aeronave na pista  numa condição de Rejeição de Decolagem - RTO se aproxima da condição máxima. Após a V1 pode ser impossível parar a aeronave dentro do comprimento de pista disponível. A decisão de rejeitar uma decolagem deve ser tomada antes da V1 para que a manobra possa ser iniciada no máximo até a velocidade V1 e deve ser acompanhada de um cumprimento imediato da manobra de Rejeição de Decolagem.
Antes da V1, uma decolagem deve ser rejeitada na eventualidade de uma pane no motor, fogo no motor, configurações inseguras da aeronave ou qualquer outra condição que afete significamente a segurança do vôo.
No caso de qualquer uma das situações acima acontecer, o piloto que não está voando - PNF, faz o anúncio apropriado como segue:

“ENGINE FAILURE” - (FALHA DO MOTOR).
Simultaneamente recua as manetes de potência (desengatando o Autothrottle - potência automática se necessário) e aplica máxima frenagem. Se uma condição RTO for selecionada nos Autobrakes (Freios automáticos), monitore a performance do sistema e aplique frenagem manual nas rodas se a luz de AUTO BRAKE DISARM acender ou a desaceleração não for adequada.

Rapidamente levante os speedbrakes (Freios aerodinâmicos das asas) e aplique os reversores com potência máxima consistente com as condições existentes. Mantenha os reversores e os freios aplicados até que o comprimento de pista remanescente permita uma transição para os procedimentos de uma corrida de pouso normal. A BOEING recomenda armar o dispositivo RTO dos Autobrakes em todas as decolagens pois isto assegurará uma aplicação dos freios antecipada no caso de uma Rejeição de Decolagem - RTO.
Uma vez que a potência for selecionada para decolagem e a corrida de decolagem estiver estabelecida, não é recomendado rejeitar uma decolagem somente pelo acendimento da luz âmbar da MASTER CAUTION.

1) COMPRIMENTO DE PISTA REQUERIDO PELOS REGULAMENTOS AERONÁUTICOS (F.A.R. - FEDERAL AVIATION REGULATIONS)
O comprimento de pista para decolagem requerido pelo F.A.R. é o maior comprimento de uma pista balanceada ou 1.15 vezes a distância de corrida com todos os motores operantes até atingir 35 Ft de altura sobre a cabeceira oposta.
O comprimento de uma pista balanceada é a distância de aceleração com todos os motores operantes para a velocidade de falha do motor, continuando a decolagem com um motor inoperante e atingindo a altura de 35 Ft sobre a cabeceira oposta ou parando a aeronave até o final da pista.
A distância certificada de parada em uma Rejeição de Decolagem - RTO não inclui o uso dos reversores. O uso dos reversores provê uma capacidade adicional de parada.
NOTA: Experiências passadas têm demonstrado que rejeitar uma decolagem na ou muito próximo da V1 tem em muitos casos, terminado com a aeronave parando fora dos limites da pista, ou em linguagem popular, “VARANDO A PISTA”. Isto é causado usualmente pelo atraso no início da manobra após o reconhecimento do problema. Adicionalmente, uma frenagem decrescente e o atraso no uso de potência reversa total, têm contribuído para aumentar a distância de parada.
IMPORTANTE:  A DECISÃO DE REJEITAR UMA DECOLAGEM É DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO COMANDANTE DA AERONAVE.

1) DECISÃO DE PROSSEGUIR OU ABORTAR PRÓXIMO DA     V1 (GO / STOP DECISION)
O desenho abaixo representa o efeito na distância e altura sobre o final da pista numa condição de RTO para uma decisão de prosseguir ou abortar a apenas UM SEGUNDO antes ou após a V1. A falha do motor é considerada neste exemplo a UM SEGUNDO ANTES DA V1 e assumida uma execução correta de RTO.


2) CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE REJEIÇÃO DE DECOLAGEM (RTO)
Uma bem sucedida Rejeição de Decolagem (RTO), na ou próximo da V1 , depende de decisões rápidas feitas pelo piloto e o uso correto dos procedimentos, particularmente se próximo ou em uma situação de pista limitada. O uso da potência reverso fornecerá uma capacidade adicional de parada.
Quando o reconhecimento das condições que requerem uma Rejeição de Decolagem (RTO) estiverem dentro de UM segundo da V1, contrabalançando os riscos iminentes, a decisão pende em favor da continuação da decolagem. 
A continuação da decolagem após o reconhecimento de falha de motor um pouco abaixo da V1, resultará em uma redução na altura da aeronave sobre o final da pista. Isto é o mínimo que poderá ocorrer, pois a continuação da decolagem numa condição de rejeitar uma decolagem à velocidades muito altas poderá acarretar a ulltrapassagem do final da pista.