segunda-feira, 19 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

Macetes de CT. Avião


Aerodinos são classificados como Aviões, helicópteros, Planadores.
Aerodinos = Ação e reação 3° lei de Newton
Aeróstatos = veículos mais leve que o Ar – (Arquimedes)

O empuxo é uma força que age sobre Aeróstatos
(balões, dirigíveis)

O esforço que atua numa corda esticada se chama Tração

Esforços que provoca simultaneamente tensões de compressão e tração numa peça chamada de flexão

Os pesos colocados sobre um corpo produz um esforço de compressão

Ao Apertar um parafuso com uma chave de boca, o esforço sobre o parafuso será de torção.

Durante um vôo esforços que atuam sobre a estrutura do avião são causados por força da natureza Aerodinâmica

Força de sustentação que permite ao avião VOAR surge devido à reação do ar sobre As ASAS.

Elementos estruturais principal de uma asa, que se estende ao longo de sua envergadura, chama-se Longarinas.

O elemento de uma ASA que lhe da o formato aerodinâmico é Nervuras.

Os cabos de aço esticados entre as nervuras de uma asa, para resistir aos esforços de tração, chama-se Tirantes.

O tipo de avião cuja a asa esta colocada acima da fuselagem e separada da mesma, sobre montantes, chama-se avião de asa Parasol.

A asa é fixada na parte superior na fuselagem por meio de suportes e estatais do tipo Semicantilever

Tipo de fuselagem é constituído somente som cavernas e revestimentos chama-se Monocoque.

As fuselagens semimonocoque é constituída por Caverna, revestimento e longarinas.

Os elementos estruturais que da formato aerodinâmico a fuselagem chama-se Carvernas.

Pequenas superfícies de comando localizado na superfícies principais são os Compensadores.

Os flapes e slats são considerados superfícies Hipersustentadores

O leme de direção encontra-se instalados no estabilizador vertical o leme de profundidade é instalado no estabilizador Horizontal.

logo mais abaixo mais macetes...

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sistema de Alimentação

Tem a finalidade de fornecer a mistura AR-Combustível ao motor, na pressão a temperatura adequada de impurezas.


- Sistema de indução: Conjunto que admite, filtra e aquece o AR.


- Sistema de superalimentação: Aumenta a pressão do ar admitido, aviões mais simples não tem este sistema.


- Sistema de formação de Mistura: Conjunto que mistura o combustível com o Ar.

Potências - Conhecimentos Técnicos

- Potência Teórica: (Potencia total) (combustão) Liberada pela queima do combustível; 

- Potência Indicada: (Gases) Desenvolvida pelos Gases;

- Potência Efetiva: É a potencia no eixo da hélice ;

- Potência Máxima: É a efetiva máxima que o motor pode fornecer (usado só para DECOLAGEM e EMERGÊNCIA em caso de Arremetida)  ;

- Potência Nominal: (Projeção) a que o motor foi projetado;

- Potência de Atrito: Potência por atrito nas partes interna do Motor;

- Potência Útil: (tração) ou (tratora);


- Potência Necessária: Potência que o avião necessita para manter o voo nivelado numa dada velocidade;


- Potência Disponível: Potência útil máxima que o grupo moto-propulsor fornece ao avião.
Ex. é a potência disponível para o voo de cruzeiro economizar combustível potência de cruzeiro 75%

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Transformações


E acredito que exista diversos estudantes com a mesma dúvida, que apesar de ser básica, é muito importante, principalmente para quem está se preparando para o vestibular.
Então vamos lá, na tabela abaixo, você aprenderá converter de forma simples, rápida e fácil graus Celsius em Fahrenheit, e de grau Celsius para Kelvin e vice e versa.
grau Celsius grau Fahrenheit °F = °C × 1,8 + 32
grau Fahrenheit grau Celsius °C = (°F – 32) / 1,8
grau Celsius kelvin K = °C + 273,15
kelvin grau Celsius ° C = K – 273,15
E para facilitar o entendimento, digamos que eu queira transformar 20°C em grau Fahrenheit e Kelvin, e para isso vamos usar as seguintes formulas:°F = °C × 1,8 + 32(para transformar em Fahrenheit) e K = °C + 273,15(para transformar em Kelvin).
Agora a tarefa é simples, basta substituir °C, pelo valor que temos, que no caso são 20°C.
Transformando de Celsius para Fahrenheit:
°F = °C × 1,8 + 32
°F = (20 X 1,8) + 32
°F = 36 + 32
°F = 68
Sendo assim 20 °C equivalem a 68 °F, simples e fácil não é mesmo?
Transformando de Celsius para Kelvin:
K = °C + 273,15
K = 20 + 273,15
K = 293,15

domingo, 17 de julho de 2011

Instrumentos Meteorológicos

A aquisição de conhecimentos relativos ao tempo é um objetivo do ramo da ciência denominada meteorologia. Os fenômenos meteorológicos são estudados a partir das observações, experiências e métodos científicos de análise. A observação meteorológica é uma avaliação ou uma medida de um ou vários parâmetros meteorológicos. As observações são sensoriais quando são adquiridas por um observador sem ajuda de instrumentos de medição, e instrumentais, em geral chamadas medições meteorológicas, quando são realizadas com instrumentos meteorológicos.
Portanto, os instrumentos meteorológicos são equipamentos utilizados para adquirir dados meteorológicos (termômetro/temperatura do ar, pressão atmosférica/barômetro, higrômetro/umidade relativa do ar etc).
A reunião desses instrumentos em um mesmo local, é denominada estação meteorológica. E o conjunto dessas estações distribuídas por uma região, é denominado rede de estações meteorológicas.
Anemógrafo - Registra continuamente a direção (em graus) e a velocidade instantânea do vento (em m/s), a distância total (em km) percorrida pelo vento com relação ao instrumento e as rajadas (em m/s).

Anemômetro - Mede a velocidade do vento (em m/s) e, em alguns tipos, também a direção (em graus).
Barógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em milibares (mb).
Barômetro de Mercúrio - Mede a pressão atmosférica em coluna de milímetros de mercúrio (mm Hg) e em hectopascal (hPa).
Evaporímetro de Piche - Mede a evaporação - em mililitro (ml) ou em milímetros de água evaporada - a partir de uma superfície porosa, mantida permanentemente umedecida por água.
Heliógrafo - Registra a insolação ou a duração do brilho solar, em horas e décimos.
Higrógrafo - Registra a umidade do ar, em valores relativos, expressos em porcentagem (%).
Microbarógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica - em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em hectopascal (hPa), numa escala maior que a do Barógrafo, registrando as menores variações de pressão, o que lhe confere maior precisão.
Piranógrafo - Registra continuamente as variações da intensidade da radiação solar global, em cal.cm­².mm­¹.
Piranômetro - Mede a radiação solar global ou difusa, em cal.cm­².mm­¹.
Pluviógrafo - Registra a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).
Pluviômetro - Mede a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).
Psicrômetro - Mede a umidade relativa do ar - de modo indireto - em porcentagem (%). Compõe-se de dois termômetros idênticos, um denominado termômetro de bulbo seco, e outro com o bulbo envolvido em gaze ou cadarço de algodão mantido constantemente molhado, denominado termômetro de bulbo úmido.
Tanque Evaporimétrico Classe A - Mede a evaporação - em milímetros (mm) - numa superfície livre de água.
Termógrafo - Registra a temperatura do ar, em graus Celsius (°C).
Termohigrógrafo - Registra, simultaneamente, a temperatura (°C) e a umidade relativa do ar (%).
Termômetros de Máxima e Mínima - Indicam as temperaturas máxima e mínima do ar (°C), ocorridas no dia.
Termômetros de Solo - Indicam as temperaturas do solo, a diversas profundidades, em graus Celsius (°C).

sábado, 16 de julho de 2011

AIRMET

O AIRMET é uma informação expedida por um CMV, sobre fenômenos meteorológicos observados ou previstos em rota, que possam afetar a segurança das operações de aeronaves em níveis baixos, da superfície até o FL100 e que ainda não tenha sido incluída no GAMET.

SIGMET

SIGMET é confeccionado por um CMV com período de validade de 04 horas, em casos excepcionais este período poderá ser de até 06 horas.

Razão Adiabática Seca e Úmida, Ponto de Orvalho (Meteorologia)

Razão Adiabática Seca: 
1°C/ 100m.


Razão Adiabática Úmida:
0,6°C/ 100m.

Ponde de Orvalho:
0,2°C/ 100m.




quinta-feira, 14 de julho de 2011

Massa de Ar (Meteorologia)

Classificação:

Natureza da superfície
- m = Marítima
- c = Continental

Regiões de Origem
- P = Polar
- E = Equatorial
- T = Tropical
- A = Ártica e Antártica

Temperatura
- k = Fria
- m = Quente

Características:

Fria = Instável, nuvem comuliformes, precipitações em forma de pancadas, visibilidade boa com turbulência e gradiente térmico maior que a razão adiabática.

Quente = Estável, nuvens estratiformes, precipitações leve e continua, visibilidade restrita, sem turbulência e gradiente térmico manor que a razão adiabática.

Frentes:

Frente fria
Deslocamento HS – SW para NE
Pressão – diminui e depois aumenta
Temperatura – Aumenta e depois diminui

Vento – Pré frontal NW, Frontal W pós-frontal SW
Nuvens – CI, CC, AC, CU, CB
Nevoeiro – Pós frontal

Frente quente
Deslocamento HS – NW para SE
Pressão – Diminui e depois aumenta
Temperatura – Aumenta e depois Diminui

Vento – Pré-frontal SW frontal W, pós-frontal NW
Nuvens – CI, CS, AS, NS, ST
Nevoeiro – Pré-frontal

Frente estacionaria: Encontro sem deslocamento

Frente oclusa: Encontro de duas frentes

Frontogenese: Frente em formação

Frontolise: Frente em dissipação

Linha de instabilidade
Linha de mau tempo que precede as frentes frias 

domingo, 10 de julho de 2011

Efeito de Coriolis

Vento: No norte o vento sopra para a Direita
Vento: No sul o vento sopra para Esquerda

Conceito de Gradiente Térmico Vertical

A expressão gradiente térmico vertical designa a variação de temperatura com a altitude. Se a temperatura varia no sentido inverso da altitude (isto é, quando a temperatura diminui quando aumenta a altitude, e vice-versa), diz-se que o gradiente térmico vertical é positivo. Se a altitude e a temperatura variam no mesmo sentido, o gradiente térmico vertical diz-se negativo.

domingo, 3 de julho de 2011

TIPOS DE COMANDO em tornos dos Eixos

> EIXO VERTICAL (DIRECIONAL) = Movimento do LEME = Guinada (Direita/Esquerda)


> EIXO TRANSVERSAL (LATERAL) = Movimento do AILERON = Lateral


> EIXO LONGITUDINAL = Movimento = PROFUNDOR = ( Pitch Up and Down)



sábado, 2 de julho de 2011

Lei de Boyle-Mariotte

A lei de Boyle Mariotte é um caso particular da equação de estado dos Gases Perfeitos (PV = nRT), no qual a temperatura é mantida constante. Nesta situação pode-se afirmar que a pressão é inversamente proporcional ao volume, ou seja PV = const.

domingo, 26 de junho de 2011

O Gerenciamento do Espaço Aéreo


As ações desse segmento buscam o uso flexível dos espaços aéreos, com o objetivo de aumentar a capacidade, eficiência e flexibilidade das operações aeronáuticas.
Para organizar o espaço aéreo, existem três conceitos específicos: Espaço Aéreo Controlado, Espaço Aéreo Não-Controlado e Espaço Aéreo Condicionado.
  • O Espaço Aéreo Controlado: Todos os movimentos aéreos são controlados por um órgão de tráfego aéreo, no qual os pilotos são orientados a cumprir manobras pré-estabelecidas, com o objetivo de garantir a segurança dos voos das aeronaves. Esses espaços são estabelecidos como: Aerovias (AWY), Áreas de Controle (TMA) e Zonas de Controle (CTR).
  • O Espaço Aéreo Não-Controlado: As aeronaves voam em ambiente parcialmente conhecido e sujeitas às regras do ar, porém, não existe a prestação do serviço de controle do tráfego aéreo. São fornecidos, somente, os serviços de informação de voo e de alerta.
  • O Espaço Aéreo Condicionado: Define ambientes onde são realizadas atividades específicas que não permitem a aplicação dos serviços de tráfego aéreo.
Além disso, o espaço aéreo também é dividido em classes. Essa estruturação é fundamental para a ordenação do tráfego. A partir dela, controladores, pilotos e demais usuários têm responsabilidades e deveres discriminados de acordo com suas classes.

http://www.decea.gov.br/espaco-aereo/gerenciamento-de-trafego-aereo/

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Relatórios Aeronáuticos




RELIN: (Incidente) Resultado e Analise de fatos incidentes aeronáutico.

RELOS: (Ocorrência de SOLO) Resultado da coleta e da analise de fatos.

RP (Preliminar) Registro e a divulgação de informações preliminares a respeito das circunstancias de ocorrência de um acidente aeronáutico.

RELPER: Relatório de Perigo

RELLIA (Investigação de acidente aeronáutico): Resultado da coleta e da analise de fatos, Apresenta a conclusão da ocorrência e as recomendações de segurança.

RF (Relatório Final): Divulga conclusões oficiais do comando da aeronáutica é emitido pelo chefe do estado maior da Aeronáutica.