quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Regulamentos de trafego aereos.120 Perguntas e Respostas.


1)      A posição em que normalmente as aeronaves recebem da TWR a autorização de decolagem é a de numero:
------ 2

2)      Com o objetivo de chamar a atenção para a aeronave entre o por e o nascer do sol, ou em qualquer outro período julgando necessário, todas as aeronaves em vôo deverão exibir luzes:
------ Anticolisão

3)      Não deve ser utilizada nas comunicações bilaterais entre aeronave e órgão ATS a palavra:
------ Câmbio

4)      Em CTR classe B, com finalidade de prover separação entre vôos VFR e IFR, as aeronaves recebem o serviço de:
------ Controle de aproximação

5)      Na prestação de ALRS, quando se receber informações que indiquem que as condições operacionais da aeronave são anormais, mas não indicando que seja possível um pouso forçado, caracteriza a fase de:
------ Alerta

6)      Não havendo VAC e não sendo recebida nenhuma instrução especifica da torre uma aeronave executando o circuito para pouso, ao fim da perna do vento, deverá:
------ Voar transversalmente ao eixo da RWY para interceptar a reta final.

7)      Os vôos de formação de aeronaves civis deverão ser previamente autorizados pelo órgão competente do(a)
------ Anac

8)      A altitude de transição de cada aeródromo será informada nas cartas aeronáuticas:
------ IAC e SID

9)      O espaço aéreo controlado é um termo genérico que engloba as classes:
------ A, B, C, D, E

10)  A solução de uma investigação de acidentes aeronáuticos é responsabilidade do:
------ CENIPA

11)   Em aeródromo desprovido de órgão ATC e VAC, após a decolagem as aeronaves devem:
------ Efetuar Curva a esquerda


12)  Pode-se afirmar que uma aeronave voando no FL150 não estará sob:
------ VFR

13)  O limite vertical superior do espaço aéreo inferior é (inclusive) o FL
------ 245

14)  Um triângulo vazado, sem estar em negrito, encontrado nas cartas aeronáuticas, indica um:
------ Fixo a pedido

15)  O relatório de investigação, resultante da coleta e da analise dos fatos, dados e circunstancias relacionada a um incidente de trafego aéreo, tem como abreviatura:
------ RELIN

16)  Uma aeronave será considerada em manobra em área aeroportuária, quando estiver:
------ estiver sendo movimentada ou rebocada

17)   A abreviatura ROTAER é uma publicação aeronáutica designada de:
------ Manual auxiliar de rotas aéreas

18)  Após solicitação, do controlador de trafego aéreo para a verificação do funcionamento do equipamento transponder, a seqüência a ser executada pelo piloto ser:
------ STANDBY – NORMAL – CARACTERISTICA IDENT

19)  Quando necessário será dada uma autorização ATC para pouso, através de um sinal de LUZ:
------ Verde Continua

20)  Em espaço aéreo de classe B, os vôos VFR recebem serviço de
------ Controle de trafego aéreo

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1)     O vôo VFR em espaço aéreo classe G, no FL 095 ou abaixo, terá como limite de velocidade:
------ 250 KT

2)     Uma aeronave em vôo AWY A11 declara emergência e informa, que efetuará pouso forçado. Dentro da prestação do ALRS fica configurada a fase de:
------ Perigo

3)     Um avião homologado para operações VFR, está realizando um vôo noturno em uma CTR classe C, as condições meteorológicas tendem a ficarem abaixo da VMC. Dentro do exposto o piloto deverá:
------ Pousar no aeródromo mais próximo

Obs: VMC: Visual Meteorologic Condition.

4)     A autoridade competente para autorizar a realização de uma atividade técnica especifica de uma aeronave civil é o (a):
------ ANAC

5)     A noite uma aeronave em vôo com o código SSR 7600, notifica que recebeu as instruções da TWR:
------ Piscando os faróis de pouso, duas vezes.

6)     Com objetivo de indicar a trajetória relativa da aeronave, entre o por e nascer-do-sol, ou em qualquer outro período julgado necessário, todas aeronaves em vôo deverão exibir luzes:
------ de navegação

7)     Área restrita de numero 08, localizada na jurisdição do COMAR IV, será identificada por:
------ SBR 408

8)     Durante a noite, o piloto de um avião poderá visualizar sinais luminosos emitidos pela TWR, até o limite de:
------ 15 km

9)     O relatório final de um acidente ocorrido com aeronave civil terá, e principio, caráter:
------ Ostensivo

10)  Considerando as condições operacionais ou de segurança, poderão ser utilizados por quaisquer aeronaves, sem distinção de propriedade ou nacionalidade, mediante o ônus da utilização os aeródromos:
------ Públicos

11)  A elevação de um determinado aeródromo é de 3800 pés, Um avião a jato no circuito de trafego esta mantendo a altitude de 5300 pés e, recebe da TWR local a sua sequência de pouso. Com base no descrito, pode-se afirmar que a aeronave está na posição critica de numero:
------ 4

12)  Uma aeronave recebeu autorização para acionar os motores as 09:05Z. A hora limite de acionamento será as:
------ 09:10Z


13)  O sinal de socorro a ser transmitido, através de radiotelefonia, pela aeronave que necessita de ajuda imediata, devido a ameaça de perigo grave e iminente, é:
------ MAYDAY

14)  Dentre as alternativas abaixo, uma aeronave poderá ser autorizada a voar VFR especial, quando o vôo for realizado:
------ Com pouso no AD de partida

15)  Um dos fatores contribuintes que conduz a ocorrência de um acidente aeronáutico, classificado na área do fator operacional, denomina-se:
------ Insuficiente experiência de vôo

16)  A aeronave é considerada da nacionalidade do estado em que foi:
------ Matriculada

17)  A área de aeródromo destinada ao pouso, decolagem e taxi de aeronaves, excluindo-se os pátios, é área de:
------ Manobras

18)  Para proteção do trafego aéreo é estabelecido no entorno um espaço aéreo, que tem como designativo especifico:
------ ATZ

19)  A organização internacional responsável pela elaboração de normas e métodos, bem como os procedimentos relativos a aviação civil, da qual o Brasil é membro, chama-se:
------ ICAO

20)  Uma aeronave voando sob VFR em espaço aéreo classe B, C ou D, deve informar suas posições ao órgão ATS apropriado:
------ sobre os pontos de Notificação

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1)     A circular de informação aeronáutica tem por abreviatura:
------- AIC

2)     Independente de solicitação do controlador radar, o piloto deverá desligar o equipamento transponder:
------ logo após o pouso

3)     Os vôos VFR serão efetuados em um nível apropriado à rota de acordo com a tabela de níveis de CRZ, quando em relação ao solo ou água forem realizados acima de:
------ 3000 pés


4)     As pessoas devidamente habilitadas que exercem função a bordo de uma aeronave, são os:
------Tripulantes

5)     Dentro da área de abordagem do fator operacional, a condição que aliada a outras, em sequencia ou conseqüência, pode conduzir a ocorrência de uma acidente aeronáutico:
------ Condições meteorológicas adversas.

6)     A determinação a uma aeronave em vôo pousar no aeródromo e dirigir-se ao estacionamento, pode ser dada por luz:
------ Branca Intermitente.

7)     A abreviatura correspondente ao Serviço de Informação de Vôo em aeródromo é:
------ AFIS

8)     Os CINDACTA são direta e operacionalmente ligados ao:
------ DECEA

9)     No preenchimento do plano de vôo, quando a aeronave não dispuser de um código ICAO para o tipo (TYP), o piloto deverá indicar no campo correspondente:
------ ZZZZ

10)  Em caso de convergência, que não seja de frente, entre duas aeronaves da mesma categoria e no mesmo nível, a que tiver a outra a sua esquerda devera:
------ Manter nível e Velocidade

11)  O código 7500, quando selecionado no transponder indica que a aeronave:
------ Está sendo objetivo de interferência Ilícita

12)  Quando aplicável, o menor nível de vôo VFR que poderá ser utilizado por uma aeronave que pretenda voar em rota no rumo magnético 115°, é o FL:
------ FL035

13)  A pessoa que tiver conhecimento de acidente aeronáutico, ou da existência de destroços de aeronaves, deverá comunicar a autoridade competente:
------ Pelo meio mais rápido

14)  O lançamento de coisas, de bordo de aeronaves, dependerá de permissão de autoridade aeronáutica competente, a menos que a aeronave esteja:
------ Em emergência


15)  Ao cumprir a instrução dada pela TWR, para que seja tomada a posição 3, uma aeronave deverá:
------ Posicionar-se na cabeceira da pista em uso

16)  Entrando em uma TMA com plano de vôo VFR e, não se tenha conseguido contato radio com o APP e a TWR, o piloto deverá chamar, na ordem estabelecida a:
------ TWR dentro da TMA

17)  O órgão regional, responsável pela proteção ao vôo no Brasil é o:
------ SRPV

18)  A área perigosa de numero 7, localizada na jurisdição do COMAR III, será identificada por:
------ SBD 307

19)  Em um circuito de trafego aéreo padrão, a trajetória de vôo perpendicular a pista em uso, compreendida entre a perna do vento e a reta final, é denominada:
------ Perna Base

20)  A entidade internacional composta por representantes de vários segmentos da aviação civil e de vários ministérios, de designada por:
------ CNPAA

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1)     Os documentos técnicos emitidos pela OACI, com o objetivo de tornar segura e regular a navegação aérea internacional, são os:
------ Anexos

2)     O vôo VFR, em espaço aéreo classe C, no rumo magnético de 250°, não será permitido caso o:
------ equipamento rádio com clareza 2

3)     Dentro dos critérios operacionais e dos mínimos meteorológicos de aeródromo, o farol rotativo (ABN) será ligado no período diurno para indicar que:
------ São Permitidas operações IFR ou VFR especial

4)     O comandante de uma aeronave exerce a autoridade inerente a sua função, desde a:
------ Sua apresentação até a entrega da aeronave

5)     Pessoa civil ou militar que conclui um estagio de segurança de vôo ou modulo de prevenção do curso de segurança de vôo (CSV), tem como sigla:
------ EC
6)     Quando o trafego o permitir, o APP poderá autorizar o vôo VFR especial, desde que as condições de teto e visibilidade sejam, respectivamente, iguais ou superiores a:
------ 1000’ft e 3000 metros

7)     Nas solicitações de ajuste de velocidade feitas pelo controlador, durante uma vetoração radar, espera-se que os pilotos mantenham a velocidade solicitada, sendo admissível uma variação de até:
------ 10 kt
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       
8)     Para o plano de vôo AFIL, o item do formulário do plano de vôo, deverá ser preenchido com a hora:
------ real de decolagem

9)     Antes de iniciar um vôo, o piloto em comando de uma aeronave deve ter ciência de todas as informações necessárias:
------ ao planejamento de vôo

10)  Dentre as alternativas abaixo, as siglas que indicam marcas de nacionalidade das aeronaves civis brasileiras:
------ PP e PT

11)  O nível mínimo de uma aerovia do espaço aéreo inferior é:
------ O estabelecido pelo DECEA e indicado nas ERC

12)  Quando houver um sinal visual para instruir as aeronaves, no sentido que deve pousar, decolar e taxiar nas pistas pavimentadas ou compactadas será observado na área de sinalização:
------ um halter branco

13)  O código Brasileiro de Aeronáutica classifica as aeronaves civis em:
------ Publicas e Privadas

14)  O documento formal resultante da coleta e da analise de fatos, dados e circunstancias relacionadas a uma ocorrência de solo, tem como abreviatura:
------ RELOS

RELPER = Relatório de Perigo
RELIN= Incidente, Apresenta conclusão da ocorrência e as recomendações de sergurança.
RELOS= ocorrência de solo
RP= Preliminar, registro a divulgação de informação de circunstancias de ocorrência de um acidente aeronáutico.
RELLIA= Investigação de acidente aeronáutico.
RF= Resultado final, divulgação de conclusão Oficial do comandante da aeronáutica.

15)  Uma aeronave em aproximação para pouso em um aeródromo cuja a elevação de 2369’ft QNH 1014.5hPa, altitude de transição de 6000’ft e sendo 6500 pés o nível de transição, o piloto deverá ajustar o altímetro com o valor do QNH, ao passar:
------ FL065

16)  A coordenação, do serviço de busca e salvamento é normalmente realizada por uma:
------ RCC

17)  Um plano de vôo completo deverá ser preenchido quando se pretenda voar VFR em:
------ ROTA

18)  O procedimento a ser executado, quando duas aeronaves se aproximam de frente e haja perigo de colisão, é:
------ Ambas alternarem seus rumos para a direita

19)  Quando uma aeronave precisar de tratamento especial, devido transportar enfermo, deverá iniciar no item apropriado do plano de vôo (18):
------ STS

20)  Em espaço aéreo de classe F, os vôos VFR recebem o serviço de:
------ Informação de vôo

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1)     Havendo pena de suspensão a mesma será aplicada por um período de:
------ 180 dias

2)     Dentre as aeronaves citadas abaixo, assinale a que tem prioridade na seqüência para pouso:
------ Avião em emergência

3)     O objetivo principal das investigações de acidentes aeronáuticos é:
------ Prevenção de acidentes

4)     O serviço de controle de aeródromo, aproximação e de área é designado por
------ ATC

5)     O maior nível VFR a ser utilizado por uma aeronave que pretenda voar em rota, fora de AWY e no rumo magnético 065° é o FL:
------ 135 FL
 
6)     Quando em vôo VFR entre AD provido de órgãos ATS, a aeronave que pousar em outro AD que não o destino, o piloto deverá transmitir a informação de chegada por qualquer meio de comunicação disponível ao órgão mais próximo. A identificação da aeronave deverá ser completada com:
------ Os aeródromos de decolagem, destino, pouso e a hora de chegada

7)     O órgão regional responsável pela fiscalização do cumprimento das normas relativas à aviação civil no Brasil é o:
------ GER

8)     Em caso de interceptação de uma aeronave salvo instruções em contrario do órgão ATS apropriado, o piloto deverá imediatamente acionar o código transponder:
------ 7700

9)     Quando duas aeronaves de mesma categoria aproximarem-se com proas convergentes, aproximadamente no mesmo nível, a aeronave:
------ da direito de passagem

10)  Em espaço aéreo controlado, TMA classe A, os vôos VFR:
------ Não podem ser realizador

11)  Uma ocorrência anormal que sobrevindo a uma aeronave, (tal como um vazamento de combustível), da qual resultou em danos pessoais e ou materiais caracteriza um:
------ Acidente aeronáutico

12)  No preenchimento do formulário do plano de vôo, quando no aeródromo de partida não houver o indicador de localidade (ZZZZ), no item 18, o nome do aeródromo será preenchido da abreviatura:
------ DEP

13)  Os aeródromos civis são classificados em:
------ Públicos e Privados

14)  Havendo em uma TWR as posições abaixo citadas, antes da partida o piloto deverá estabelecer contato radio com o (a):
------ Autorização de Trafego

15)  Dentre os órgãos abaixo, o que tem competência a nível regional para autorizar e estabelecer as condições relativas ao trafego aéreo, para vôos de lançamento de objetos, é o:
------ CINDACTA

16)  As aeronaves em vôo VFR dentro da TMA classe C ou D, deverão ter seus altímetros ajustados em 1013.2 hPa, quando em vôo:
------ Acima da altitude de transição

17)  A responsabilidade de certificar-se das condições operacionais dos auxílios-radio e luminosos dos aeródromos envolvidos na operação pretendida, é do:
------ Piloto em comando

18)  Para decidir sobre as operações de pouso ou decolagem, quando as condições do vento forem desfavoráveis, os parâmetros a serem considerados pelo piloto serão:
------ Performance da aeronave e comprimento da pista

19)  Cada mensagem ATIS será identificada por designador representado por um (a):
------ Letra do alfabeto.

20)  Antes de partir para um vôo local VFR, o piloto de uma aeronave pousada em um aeródromo que possui todos os órgãos ATS/AIS deve apresentar um plano de vôo:
------ Simplificado

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1)     Um dos fatores contribuintes que conduz à ocorrência de um acidente aeronáutico, classificado na área do fator humano, denomina-se:
------ Aspecto fisiológico

2)     Um vôo VFR se constituirá em trafego essencial para outro vôo VFR, quando estiverem voando em espaço aéreo ATS classe:
------ B

3)     Das condições para a realização de um vôo VFR noturno entre aeródromos dentro de uma CTR classe D, não se Aplicarão a este vôo as exigências de:
------ Piloto habilitado para vôo VFR

4)     Sempre que o vôo se realiza de acordo com as normas vigentes, ninguém poderá opor-se, em razão da propriedade na superfície ao:
------ Sobrevôo

5)     Os vôos VRF não estarão sujeitos a autorização ATC, quando voando nos espaços aéreos ATS classes:
------ E, F, G

6)     Quando a aeronave dispuser do equipamento SSR, o piloto deverá mantê-lo ligado:
------ Durante todo o vôo
 
7)     Quando um aeródromo Brasileiro possuir uma estação de telecomunicações aeronáuticas (AFS), as duas primeiras letras do indicador de localidade serão:
------SB

8)      Caso não obtenha contato com o APP na entrada da TMA, a aeronave deve chamar a TWR do aeródromo de destino com uma antecedência de pelo menos:
------ 5 minutos

9)     O órgão ATC, que proporciona separação entre as aeronaves em vôo VFR especial, é o:
------ ACC

10)  Em aeródromo não controlado provido de AFIS, uma NVT deverá ser apresentada ao órgão AIS, quando o aeródromo de destino estiver distante até:
------ 27NM

11)  Quando aplicável, o menor nível de vôo para a realização de um vôo VFR no rumo Magnético de 220°, é o FL:
------ 045

12)  O documento que contem o relatório de fatos perigosos ou potencialmente perigoso para a atividade aérea e que permite que à autoridade competente a adoção de medidas corretivas adequadas, é o:
------ RELPER

13)  O comandante poderá delegar a outro membro da tripulação as atribuições que lhe competem, menos as que se relacionam com:
------ segurança de vôo

14)  Na eventualidade de uma aeronave que disponha de equipamento do SSR, estar sendo interceptada pela defesa aérea, o piloto deverá alocar o código:
------ 7700

15)  O anexo 13 da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), esta relacionado com:
------ Investigação de Acidentes aeronáuticos

16)  Em rotas não definidas por pontos de notificação compulsórios, quando aplicável, as aeronaves transmitirão suas posições ao órgão ATS apropriado:
------ 30 minutos após a DEP e depois a Intervalos de 60 minutos.

17)  As regras gerais devem ser cumpridas em vôo e na área de:
------ Manobras

18)  Uma condição que envolve a segurança da aeronave ou de alguma pessoa a bordo, mas que não requer assistência imediata; é definida como a situação de:
------ Urgência

19)  O grupo de pessoas, adequado as características de um acidente aeronáutico, designado para a investigação desse acidente, tem como sigla:
------ CIAA

20)  A comunicação de um acidente aeronáutico ou da existência de destroços de aeronave é:
------ Uma obrigação de qualquer pessoa

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

NOTAN (Notice to Airmen)

O NOTAN (Notice to Airmen) é um aviso que contém informações relativas ao estabelecimento, condição ou modificação de quaisquer instalações, serviços, procedimentos ou perigos aeronáuticos, cujo o pronto conhecimento seja indispensável ao pessoal ligado a operações de vôo.
É possivel consultar o NOTAN das localidades desejadas, também através do site:

AIS WEB (www.aisweb.aer.mil.br

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Relatórios (Regulamento de Trafego Aéreo)


RELPER = Relatório de Perigo
RELIN= Incidente, Apresenta conclusão da ocorrência e as recomendações de sergurança.
RELOS= ocorrência de solo
RP= Preliminar, registro a divulgação de informação de circunstancias de ocorrência de um acidente aeronáutico.
RELLIA= Investigação de acidente aeronáutico.
RF= Resultado final, divulgação de conclusão Oficial do comandante da aeronáutica.

domingo, 16 de janeiro de 2011

(Vôo do Rato)



Um jovem piloto experimentava um monomotor mto
fragil, ao levantar voo ouviu um ruido vindo de baixo do seu acento, era
um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião
permanecer nas alturas, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar
do perigoso passageiro, mais lembrou que devido a altura logo ele
morreria sufocado, então voo cada vez mais alto, e notou que o ruido
acabou, após seguiu seu voo que era seu sonho.
Lição de vida: MORAL
DA HISTÓRIA: * Se alguem lhe Ameaçar, voe cada vez mais alto/ Se alguem
lhe criticar, Voe cada vez mais alto / se alguem tentar lhe destruir por
inveja, voe cada vez mais alto e por fim se alguem cometer alguma
injustiça Sabe por que? Os ameaçadores, criticos, invejosos e injustos
são iguais aos RATOS, não resistem as grandes alturas. EM QUANTO ELE
RECLAMA, VC CRESCE!
ACREDITE SEMPRE EM VOCÊ MESMO, E NÃO LEVE EM CONTAS AS COISAS NEGATIVAS QUE OS OUTROS TENTÃO POR EM SUA CABEÇA. VOCÊ PODE TUDO, BASTAR QUERER IR A LUTA E ACREDITAR QUE VOCÊ PODE!!!

Texto recebido sem o nome do Autor.
DECOLAGEM BRAGANÇA PAULISTA - PAULISTINHA - P56
Foto tirada por Anibal - Brangança Paulista

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Convergência e Divergencia (regulamentos)

Convergência: Quando uma aeronave voa no mesmo nivel que outra aeronave com mesma PROA e mesmo NÍVEL. 

Por Exemplo:  Você voando no RUMO 170° e outra aeronave vindo no RUMO 350°, concorda que ela esta vindo de frente para você e mesmo você indo no FL 100 e ela Voltando no FL 100. Isto torna uma Convengência.

Divengência: é quando você ve que neste caso tem uma aeronave vindo na sua frente mesmo nivel e mesmo rumo e vc tira para a Direita se vc estiver errado, ou o outro piloto voltando tira, sendo que você voando VFR você tem total responsabilidade de seus atos.

Agora você voando IFR, o controle irá fazer uma divergência caso isto ocorra, mais você também pode solicitar de imediato para evitar qualquer tipo de risco e acidente.
CONVERGÊNCIA: quando pode ocorrer um acidente entre aeronaves.
DIVERGÊNCIA: quando você corrige para evitar derrepente uma eventual colisão.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Vigilância Radar / Vetoração Radar

Vigilância Radar

É o emprego do radar para proporcionar controle de tráfego aéreo mediante contínua observação da acft. A responsabilidade pela navegação é do piloto em comando.

Vetoração Radar

A vetoração radar é o mais completo serviço de radar proporcionado.
Uma acft sob esse serviço, receberá o ATC e o controlador será o responsável pela navegação da acft, devendo transmitir à mesma orientação de proas e mudanças de nível.

Utilização do Transponder

As acft que dispuserem do equipamento transponder (SSR), quando em vôo deverão mantê-lo acionado, durante todo o tempo de vôo, independente de se encontrarem em espaço aéreo com cobertura radar secundário.
O transponder deverá estar na posição "stand-by" até a posição 3, quando então passará a posição "normal".
Deverá ser desligado imediatamente após o pouso, na posição 5, independente de autorização. Alguns códigos devem ser acionados independente de autorização do órgão ATC.
São eles: 

    2000 – antes de receber instruções do órgão ATC 
I   7500 – sob interferência ilícita 
C 7600 – com falha de comunicações 
E 7700 – em emergência ou interceptação

REGRA

ICE:

I NTERFERENCIA ILICITA
C OMUNICAÇÕES (FALHA)
E MERGÊNCIA

Serviços e Órgãos ATS

Os serviços de tráfego aéreo (ATS) serão prestados em todo espaço aéreo brasileiro. O ATS divide-se em:

ATC – Serviço de Controle de Tráfego Aéreo
ATS – FIS Serviço de Informação de Vôo
AS – Serviço de Alerta

O Serviço de Controle é o serviço ATS mais Importante que existe, pois nele está incluído o controle, informação e alerta. Assim como o Serviço de Informação de Vôo inclui o Serviço de Alerta. O serviço de Alerta nunca será prestado isoladamente pelo órgão ATS.

Espaços Aéreos Controlados

São os espaços aéreos onde se prestam o serviço de controle de tráfego aéreo (ATC). Os espaços aéreos controlados são os seguintes:

Espaços Aéreos

ATZ - Zona de Tráfego de Aeródromo
 
CTR - Zona de Controle
 
TMA - Área de Controle Terminal
 
CTA - Área de Controle Inferior
 
UTA - Área de Controle Superior
 
ATZ – Protege o circuito de tráfego de aeródromo. Possui configuração variável. Quando o circuito é diferente do padrão, é definida nas Cartas de Aproximação Visual (VAC).
 
CTR – Protege o procedimento IFR de saída e chegada instrumentos. De configuração variável, seus limites e classe de espaço aéreo serão definidos nas Cartas de Rota (ERC) e Cartas de Área (ARC).
 
TMA – Área de controle situada geralmente na confluência de rotas ATS e nas imediações de um ou mais aeródromos. Configuração variável definida nas cartas ERC e ARC.
 
CTA – Compreende as aerovias (AWY) inferiores e outras partes do espaço aéreo inferior assim definidas.
 
UTA – Compreende as aerovias (AWY) superiores e outras partes do espaço aéreo superior assim definidas.

Classes de Espaço Aéreo

Classe A – Somente vôos IFR. Serviço de Controle de Tráfego Aéreo (ATC)
 
Classe B, C, D – IFR e VFR permitidos. Serviço ATC
 
Classe E – IFR e VFR permitidos. Os IFR recebem serviço ATC, os VFR recebem
Informação de Vôo (FIS), quando requerido, podendo voar nesses espaços sem
autorização e sem notificação.
 
Classe F – IFR e VFR permitidos. Os IFR recebem Assessoramento de Tráfego
Aéreo. Os VFR recebem Informação de Vôo (FIS) quando requerido.
 
Classe G – IFR e VFR permitidos. Ambos recebem FIS, quando requerido.
Controle – ordem; determinação
 Assessoramento – sugestão; orientação
Informação – alerta; aviso

Divisão do Espaço Aéreo Brasileiro

Limites verticais:

Superior – ilimitado (UNL)
Inferior - FL245 exclusive

Limites laterais: indicados nas cartas de rota (ERC)
Limites verticais: Superior – FL245 inclusive
Limites laterais: Indicados nas cartas de rota (ERC)

Para vôo VFR limite de FL145.

A trajetória de decolagem

Começa após o avião ter atingido 35 pés na velocidade V2 e termina a no mínimo 1500 pés de altura sobre a pista ou em uma altitude onde a transição de configuração de decolagem para a configuração de vôo em rota for completada, o que equivale dizer, na altitude mais elevada entre as duas. Ela é dividida em 4 SEGMENTOS, os quais serão explicados adiante e é considerada no caso de haver falha de motor na corrida de decolagem após ter sido atingida a velocidade V1. Os gradientes mínimos de decolagem são determinados pelo FAR 25 (Federal Aviation Regulations). Vamos então aos segmentos de decolagem: 1º SEGMENTO Inicia-se após ter sido atingida a velocidade V2 a 35 pés de altura. Neste segmento é efetuado o recolhimento do trem de pouso. Ele termina no momento em que o trem de pouso estiver totalmente recolhido. Os gradientes exigidos para este segmento são pequenos devido ao arrasto do trem de pouso. Definições do 1º Segmento: Dentro deste segmento a aeronave poderá estar operando nas seguintes condições: 


A) um motor inoperante; 
B) demais motores com potência de decolagem; 
C) trem de pouso recolhendo; 
D) flap em posição de decolagem; 
E) velocidade - mantendo a V2; 
 F) gradiente - aeronave de 04 reatores = 0,5% aeronave 
de 03 reatores = 0,3% aeronave 
de 02 reatores = no mínimo positivo 

2º SEGMENTO Inicia-se logo após o total recolhimento do trem de pouso. Este é o segmento mais restrito pois exige altos gradientes de subida para poder ganhar altura mais rapidamente e livrar os obstáculos. Termina quando a aeronave atinge no mínimo 400 pés de altura sobre o nível da pista. Definições do 2º Segmento 

A) um motor inoperante; 
B) demais motores em potência de decolagem; 
C) trem de pouso recolhido; 
D) flap na posição de decolagem; 
E) velocidade - V2; 
F) gradiente mínimo - aeronave de 04 reatores: 3% aeronave de 03 reatores: 2,7% aeronave de 02 reatores: 2,4% 

3º SEGMENTO Inicia-se a no mínimo a 400 pés sobre o nível da pista. Este segmento é horizontal, pois no mesmo é efetuada a aceleração da aeronave e o recolhimento do flap. Por ser um segmento com gradiente nulo, ou seja 0, a tração extra é aplicada na aceleração da aeronave, porém em alguns casos em que a aeronave estiver leve, ela poderá atingir velocidade acima da máxima permitida com os flaps abaixados (Flap placard speed), sendo nesse caso necessário continuar a subida para evitar danos estruturais nos flapes. Este segmento termina após o recolhimento total do flap ou após a aeronave ter atingido 1,25 VS, o que ocorrer por último. Definições do 3º Segmento 

A) um motor inoperante; 
B) demais motores em potência de decolagem; 
C) trem de pouso recolhido; 
D) flap recolhendo; 
E) velocidade - acelerando de V2 para 1,25 VS; 
F) gradiente nulo - 0% SEGMENTO FINAL Inicia-se a partir do ponto onde a configuração for atingida. 

Neste ponto o avião atinge normalmente o limite de uso da potência de decolagem (5 minutos para turbinas) e passa a utilizar a potência máxima contínua (MCT - Maximum Continuous Thrust). Termina a no mínimo 1500 pés acima do nível da pista. Definições do Segmento Final: 

A) um motor inoperante; 
B) demais motores em potência máxima contínua; 
C) trem de pouso recolhido; 
D) flap recolhido; 
E) velocidade - no mínimo 1,25 VS; 
F) gradiente mínimo - aeronave de 04 reatores: 1,7% aeronave de 03 reatores: 1,5% aeronave de 02 reatores: 1,2%

Durante uma decolagem na qual ocorra falha de qualquer um dos motores, o avião deverá ser mantido nesta trajetória ou acima dela. Para alguns tipos de aviões a trajetória de decolagem difere um pouco com relação ao 3º segmento ou à velocidade em cada segmento, porém, as características de cada um nunca poderão ser inferiores aos mínimos relativos a gradientes e velocidades. Durante essa trajetória, qualquer curva só poderá ser realizada após atingir a V2 a 35 pés de altura e sua inclinação máxima deverá ser de 15º. Durante a subida a razão de subida e o ângulo de subida diminuem gradativamente, enquanto a TAS (True Airspeed - Velocidade Aerodinâmica) aumenta. A subida é feita com velocidade de maior razão de subida. Não havendo obstáculos nas proximidades do aeródromo, somente é exigido que a aeronave cumpra o 1º e o 2º segmentos, podendo voltar para pouso após ter completado os dois. É permitido eliminar o 3º segmento, passando do 2º para o Final, a critério do operador, fazendo a aceleração e o recolhimento do flap no segmento final. V1 - Velocidade de Decisão na decolagem (vide artigo "decolagem") V2 - Velocidade de segurança após a decolagem VS - Velocidade de Estól



Sistema PITOT-ESTATICO

O altimetro tem o seu funcionamento através da pressão estática.
O velocimentro precisa da pressão estática e da pessão total.



Neste caso o Avião precisa de:
- Uma tomanda de pressão estatica e uma tomanda de pressão total Dinamica mais estatica) que chama de TUBO DE PITOT.  Este cojunto no avião chama - SISTEMA DE PITOT ESTATIC.

O TUBO DE PITOT é a tomada de pressão estática.

OBS: O tubo de pitot nada mais é que um tubo conforme mostra a foto abaixo que mede exatamente a VELOCIDADE INDICADA da aeronave (IAS - Indicated Air Speed / Indicação da velocidade do ar.) temos um PITOT no avião que fica na posição HORIZONTAL que é para medir a VELOCIDADE. Também temos o PITOT instalado na fuselagem da aeronave na posição VERTICAL que mede a Altitude da Aeronave



Este sistema é como uma tomada que o ar entra pelo buraco para que os intrumentes funcione corretamente, eles tem um revestimento na ponta deles de borracha. Os pilotos devem sempre estar atentos com formação de GELO após a decolagem pois nao pode deixar que o gelo congele a ponta deles, pois se isto acontece o piloto perde a indicação de VELOCIDADE e ALTITUDE da aeronave, devido a via de ar estar intupida com o gelo na ponta. Agora você mesmo se Pergunta como evitar isto???? - Simples temos na cabine do avião um sistema que utilizamos nestas situações quando ter formação de gelo durante a subida e até mesmo na aproxaimação para pouso. 

Temos o ANTI-ICE (SISTEMA ANTI-GELO) 

Um sistema que temos na aeronave que evita a formação de GELO. Este sistema é aquecido por uma resistência elétrica, pelos gases quentes do motor a reação  substâncias químicas (fluido anti-gelo, álcool, glicol) impidindo a aderência do gelo nas superficies da aeronave. O piloto deve ter uma atenção especial ao carburador para evitar a formação de GELO.

Sintese Emininemonica de Nuvens ( Meteorologia)

CC 
CS - Nuvens Altas
CI   
Nuvens Social - Gelo - 8 Km
----------------------------------------------------------------------

AC
AS - Nuvens de estrutura Mista - Solido e Gelo 4 km (Nunes Médias)
N
----------------------------------------------------------------------

ST
SC
Nuvens de estruturas liquidas (Gotas) - (Nuvens baixas)
-----------------------------------------------------------------------

Obs: Nuvens CUMULIFORMES = Instabilidade
Nunves Estrat - S - Estabilidade
-----------------------------------------------------------------------
Cores de Visibilidade:

FU - Fumaça = Azul
HZ - Névoa Umida = Vermelho
PO - Poeira = Amarelo

Nevoeiro de - Superficie // Céu Obscurecido

-----------------------------------------------------------------------
 

Fisica - Teoria de Vôo

Velocidade é a distancia que percorre por unidade de tempo, temos as seguintes velocidades:

- Km/h: quilomentros por hora
- mph: Milhas por hora (1,609 Km/h)
- kt: "Knot" ou nó (1,852 km/h)




Massa é quantidade de matéria contida em um corpo, massa é invariável:


- Kg:  Kilograma 
- lb:  Libra (0,4536kg)


Força capaz de produzir ou alterar o movimento de um corpo:

- Kgf: Quilograma-força
- lbf: Libra-força (0,4536 kgf)



Peso é a força da gravidade, peso é VARIÁVEL, o peso de uma pessoa nos polos é maior que no Equador, devido a maior proximidade do centro da terra. Já na lua o peso dos astronaltas é menor do que na terra.



 Trabalho Produto de força pelo deslocamento.




Potência Variação da velocidade por unidade de tempo.



Aceleração =  Força 
                        Massa




Inércia Tendencia natural dos corpos permanecerem em repouso ou  movimento retilineo uniforme.



Dencidade é massa por unidade de volume.



Momento ou Torque causa rotação, ex. uma manivela de um carro sem vidro eletrico executando uma força sobre uma manivela o seu giro em torno do eixo chama-se torque.


Ação e Reação 3º lei de Newton Toda Ação corresponde uma reação de igual intensidade, em sentidos contrarios.


Vetor Toda grandeza matemáticamente possui intensidade, Direção e sentido. ex: Quando uma aeronave é vetorada pelo controle de trafergo areo até a final para pouso. É usado uma intensidade de Direção e Sentido até que a aeronave chegue até o ponto pretendido para pouso, podendo ser de intensidade igual a 50 km/h. Com direção e sentido NORTE e SUL.

Pressão força por unidade de área, usando como ex. a pressão que fica dentro do pneu de um avião, carro e etc.



Energia É tudo aquilo que pode realizar trabalho, Temos diversos tipos de energia como:


- ENERGIA CINÉTICA, que é contida nos corpos em movimento.
- ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL, contida em um corpo colocado em local elevado.
- ENERGIA DE PRESSÃO, energia acumulada nos fluidos sob pressão.


Decomposição de vetores é um metodo usado para determinar as componentes de um dado vetor. Ex. uma bola na ladeira ela é empurrada para rolar abraixo com a força da decomposição do vetor.


Vento relativo, sopra sobre um corpo em movimento na atmosfera, em sentido contrario ao movimento Ex. um avião decola com inclinação de 15º o vento relativo vem de 15º em sentido contrario na mesma velocidade do angulo do avião.


Velocidade Relativa Velocidade de um corpo em relação a um outro corpo.


Fonte: Teoria de Vôo - Jorge m. Homa, Noções Basicas. ed. 2008




 
 

  

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

VFR especial

O vôo VFR especial, é controlado e autorizado por um APP, realizado dentro de uma CTR ou TMA, sob condições meteorológicas abaixo de condições meteorológicas visuais (VMC).

Diferença entre o VFR e VFR ESPECIAL:
No voo VFR se tem como limites meteriologicos os seguintes dados:
TETO: 1500 pés
Visibilidade de: 5000 Metros

Já no VFR ESPECIAL temos os seguintes limites:
Teto: 1000 pés
Visibilidade: 3000 Metros

Como se organiza:
Serão mantidas separações entre os vôos IFR e VFR especiais e entre estes, de acordo com os mínimos de separação estabelecidos. Sendo a preferência o IFR.

Poderão ser autorizados vôos VFR Especiais para que as aeronaves de asa fixa que entrem ou saiam de CTR ou mantenham uma TMA, com pouso ou decolagens em aeródromos localizados dentro dos limites laterais destes espaços aéreos. Nestes casos, os vôos serão conduzidos como VFR especiais somente nos trechos compreendidos dentro desses espaços aéreo.

Adicionalmente o APP poderá autorizar vôos VFR especiais para operação local dentro de uma CTR, com decolagem e pouso no mesmo aeródromo.

As condições para a realização do vôo VFR Especial são(real):

* Somente poderão ser realizados vôos VFR especiais no período diurno;
* As aeronaves deverão estar equipadas com transceptor VHF em funcionamento para estabelecer comunicações bilaterais com os órgãos ATC apropriados.

1 - O piloto deverá possuir habilitação para vôo IFR e
2 -Os aeródromos de partida, de destino e de alternativa deverão dispor de
2.1 - balizamento luminoso das pistas de pouso em funcionamento ;
2.2 - Farol de aeródromo em funcionamento e;
2.3 - Indicador de direção de vento iluminado ou órgão ATS em operação


Aplicação do VFR Especial em rede:
Poderá sempre que o tempo não ajudar voar VFR, requisitar o VFR especial ao controlador on-line ou mesmo que sem controlador, poderá voar sem problemas.
Claro que como se trata de uma rede, poremos sim voar VFR Especial de noite, e isso se fará de forma simples, é só colocar o simulador de dia, e no campo do plano de vôo “REMARKS” colocar o seguinte: RMK/PERIODO DIURNO . Pronto, agora o ATC saberá que você está simulando de dia, e por isso não terá problemas em autorizar um VFR especial, e nem você(piloto) terá problemas para conseguir autorização.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

ETAPAS DE UM VÔO - (REGULAMENTO DE TRAFEGO AEREO)

Considerando que a maioria dos vôos comercial é processada em IFR, pode-se considerar que um vôo apresenta as seguintes etapas:

( 1 ) Planejamento do Vôo
Trata-se da preparação de um Plano de Vôo que é submetido previamente à aprovação de um órgão de tráfego aéreo.

( 2 ) Acionamento dos Motores e Push-back
Após a aprovação do plano de vôo, antes de se iniciar a movimentação da aeronave, deve-se solicitar à TWR autorização para acionamento dos motores e para o início do push-back, caso necessário.

( 3 ) Início de Táxi
Após o push-back uma nova solicitação de deslocamento no solo (táxi) deve ser efetuada à TWR. O controle de táxi é efetuado até uma posição próxima a cabeceira de decolagem (ponto de espera).

( 4 ) Decolagem
A TWR fornece a autorização para a decolagem. Essa fase termina imediatamente após a decolagem. A partir da decolagem a aeronave passa a ser controlada pelo APP.

( 5 ) Saída da Terminal
Após a subida inicial, a saída da Terminal é desenvolvida por um procedimento de subida (SID) especificado pelo APP. Faz-se o trajeto da pista, em regime ascendente, até a “porta” da aerovia.

( 6 ) Vôo em Cruzeiro
Deixando a Área Terminal, a aeronave passa a ser monitorada pelo ACC. Neste trecho se atinge a altitude e a velocidade de cruzeiro até as proximidades da Área Terminal onde se localiza o aeródromo de destino.

( 7 ) Início de Descida
Compreende a fase em que a aeronave, ainda em rota, inicia o seu procedimento de aproximação, definido por procedimento (STAR) a ser cumprido da aerovia até as proximidades do aeródromo de chegada, seguindo um sequenciamento estabelecido pelo órgão de controle.

( 8 ) Entrada na Terminal
A partir deste momento a aeronave passa para o controle do APP. Quando a área terminal tem movimento intenso a aeronave seqüenciada pode ser vetorada, a fim garantir espaçamentos otimizados entre as aeronaves.

( 8 ) Aproximação Final
Chegada a vez da aeronave, o APP autoriza o procedimento em que a aeronave passa por um ponto estabelecido como de alinhamento com a pista e a partir do qual poderá, com auxílio de equipamentos, buscar manter a trajetória de planeio até o toque na pista. A TWR passa a acompanhar o procedimento que não pode ser alterado, exceto nos casos de arremetida durante o pouso.

( 9 ) Pouso e Táxi
Já com o controle da TWR, a aeronave tem a informação do trajeto a ser seguido até a sua posição de parada no pátio.

Regras de Vôo Visual (VFR) / Regras de Vôo Por Instrumentos (IFR) (REGULAMENTO DE TRAFEGO AEREO)

Regras de Vôo Visual (VFR)

Caberá ao piloto em comando de uma aeronave em vôo VFR providenciar sua própria separação em relação a obstáculos e demais aeronaves por meio do uso da visão.
Para que um piloto mantenha-se segundo as regras de vôo visual, deverá manter simultaneamente:
• Manter referência com o solo ou água, de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível de vôo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto;
• Voar abaixo do nível de vôo 150 (FL 150);
• Voar com velocidade inferior a 250 KT se voar abaixo de 10.000ft ou 380 KT se voar acima de 10.000ft;
• Manter-se afastado lateralmente de nuvens em 1500m e verticalmente em 1000ft ; e
• Manter visibilidade superior a 5 km voando até 10.000ft ou 8 km voando acima de 10.000ft.
Para que um piloto decole de um aeródromo segundo as Regras de Vôo Visual, este aeródromo deverá estar operando em condições visuais, ou seja, teto (altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens) mínimo de 450m (1500 ft) e visibilidade de 5000m.
 

Regras de Vôo Por Instrumentos (IFR)
Voar por instrumentos é receber orientações, através dos instrumentos de bordo, de equipamentos em solo (NDB, VOR, ILS, Radar, etc.) ou não (navegação satelital, inercial).
É imprescindível que o aeródromo de partida e de pouso sejam homologados para operações por instrumentos e as condições meteorológicas predominantes no aeródromo deverão ser iguais ou superiores aos mínimos estabelecidos para operação IFR

POSIÇÃO, DIREÇÃO e DISTANCIA. - (NAVEGAÇÃO AEREA)


                             POSIÇÃO, DIREÇÃO e DISTANCIA.

            Primeria mente você localizará o aeroporto de partida no mapa, após pegue uma régua e trace em linha reta para saber quantos centímetros. Em seguida peque esses centímetros e coloquei no meridiano para saber quantas milhas, sempre estará voando em Norte Verdadeivo (NV)
            Na régua a cada 1 cm será 10 KM, após traçar no mapa o ponto A e o Ponto B com o transferido você saberá o sua rota.

Distancia entre Dois Pontos

            Mais utilizada em navegação aérea é a Milha Náutica (NM = Nautical Mile). Não faz parte do sistema métrico do Brasil, relacionado com quilometro (KM) ou metro (m).

            1 NM = 1852 metros ou 1,852 KM

            Unidade de distancia mais utilizada na América do Norte é a Milha Terrestre, Sigla ST (statute Mile).
           
            1 ST = 1609 metros ou 1,609 KM

            Escala de Cartas.
           
            A carta representa uma região da superfície terrestre, para isto reduzir as dimensões para coloca-la numa folha de papel. Esta redução será representada pelo que chamamos de escala. Temos dois tipos de escala:

Ø     Escala Gráfica: Apresentada uma linha graduada no canto inferior da carta, contendo unidade de medida como KM NM e (ST)

Ø     Escala Fracionária: Apresentada sob forma de fração matemática. Ex: uma carta de 1:500 000 ou 1/500 000 ( um por quinhentos mil) unidade de medida na carta representa quinhentas mil dessas unidades de medida na superfície terrestre. No ex. que 1 é cm (carta) teremos:

1 Cm de carta = 500 000 cm da superfície terrestre ou 1 cm de carta = 5 km.

Exemplo 1

Obteve com uma régua 16,5 cm, Qual distancia em KM medida

carta 1:1 000 000

1 cm de carta = 1 000 000 cm da superfície terrestre
1 cm de carta = 10 Km
16,5 cm de carta = 16,5 x 10
16,5 de carta = 165

Exemplo 2

Distancia de 75 KM numa carta cuja escala é 1: 250 000.
Quantos centímetros de régua medimos?

Solução:

1:250 000
1 cm de carta = 250 000 cm de superfície terrestre
1 cm de carta = 2500
1 cm de carta = 2,5 km
75:2,5 = 30 cm

Exemplo 3

Carta em que 50 cm representam 120 km da superfície terrestre?

Solução:

50 cm de carta = 120 km de superfície terrestre
50 cm de carta = 120 000 m
50 cm de carta = 12 000 000:50
Escala = 1:240 000

Exemplo 4

Para medirmos 10,5 km numa carta cuja escala é de 1:350 000 quantos centímetros utilizaremos?

Solução:

50 cm de carta = 120 km de superfície terrestre
50 cm da carta = 120 000 m
50 cm de carta 12 000 000 : 50
Escala = 1:240 000

Ex: 4

Para medirmos 10,5 km numa carta cuja escala é 1: 350 000 quantos centímetros utilizaremos:

Solução

1: 350 000
1 cm de carta = 350 000 cm da superfície terrestre
1 cm de carta = 3,5 Km
10,5 km = 10,5: 3,5 = 3
3 cm = 10,5 Km

Altímetro - (NAVEGAÇÃO AÉREA)


            Instrumento de bordo destinado a favorecer medidas de altitudes da aeronave.

            Altitude Pressão

            Altitude ai nível de pressão Padrão de 1013.2 HectoPascais (29.92 polegadas de mercúrio). Quando inserida a pressão padrão no altímetro, esta altitude leva o nome de “nível de Vôo” FL= Flight Level e é expresso em centenas de pés.
            Se um vôo a FL125 defina altitude sem correção ou altitude QNE.

            Altitude Indicada: Altitude quando o altímetro tem como referência de ajuste a pressão do local sobrevoado. Ajuste a pressão de QNE para QNH.

            Altitude Densidade: Altitude Pressão corrigida, erros de temperatura.

            Altitudes Verdadeira: Altitude Pressão corrigida para os erros de pressão e temperatura.

            Altitude Absoluta ou Altura: Distancia vertical de uma aeronave em relação ao terreno sobrevoado.

            Altitude Calibrada: Altitude corrigida para erros mecânicos.

            Numa região fria a tendência natural de ar atmosférico é possuir maior densidade do que numa região quente, causando assim um espaçamento entre dois níveis de mesma pressão diferentes do padrão normal.
            O altímetro de bordo compõe-se basicamente de uma cápsula aneróide que se expande ou contrai de conformidade com a pressão nela exercida.
            Pressão sobre a cápsula é pressão atmosférica captada no tubo de Pitot.

            Ajuste QNE

            Inserido 1013.2 hPa (29.92 polegadas Mercúrio) ajuste chamado de ajuste padrão. Será sempre expressa por Nível de Vôo, ou seja, 3500 pés serão informados como FL35. Ajuste para vôos em rota.

            Ajuste QNH

            Inserido quando informado pelo órgão de Serviço de Tráfego Aéreo. Que ocorre num aeródromo, reduzido ao MSL. Para aproximações e pouso num aeródromo, Conhecido como ajuste de altímetro, indica a elevação do aeródromo quando a aeronave estiver no solo. Quando ajuste é QNH as altitudes serão informadas em pés, servindo também para verificação dos erros de altímetro quando estiver no solo antes da decolagem.

            Troca de ajuste QNH para QNE ou vice-versa ocorre em dois pontos distintos.

            Altitude de transição – altitude em que o ajuste é trocado de QNH para QNE e ocorre em vôo após a decolagem da aeronave de um aeródromo.
            Locais onde não constar em publicações a altitude de transição o procedimento é trocar de QNH para QNE ao cruzar 3000 pés de altura em relação ao aeródromo.

            Nível de transição – altitude onde é trocado de QNE para QNH e quando uma aeronave se aproxima de um aeródromo para pouso. Será informado por um Órgão de Tráfego Aéreo situado ligeiramente acima da altitude de transição. No caso de ajuste em um aeródromo sem Órgão será ajustar o altímetro de QNH do aeródromo mais próximo que irá pousar.

                                   Indicador de Subida ou Decida

            Conhecido como de velocidade Vertical ou Climb, instrumento de bordo que possibilita conhecer a razão de subida ou descida que uma aeronave desenvolve. Sua unidade é dada em pés por minuto.
           
            Funcionamento é simples: Pressão atmosférica ou estática captada no tubo de Pitot é transmitida por duas linhas de pressão até a caixa do instrumento que possui no seu interior uma cápsula aneróide.

            No climb a indicação para Cima significa positiva a razão de quantos pés ele sobe por minuto.
            A indicação no (0=Zero) significa vôo nivelado e a indicação para baixo significa negativa indicando quantos pés por minuto a aeronave ira descer.

            Velocímetro

            Instrumento mais importante na aeronave, seu principio de funcionamento baseado nas pressões estáticas e de impactos captadas no tubo de Pitot.
            Pressão de impacto é levada por um tubo de até a inferior de uma cápsula aneróide agindo nela de dentro para fora.
            Pressão estáticas conduzida por um tubo até a caixa do velocímetro agindo de fora para dentro. Quando aeronave está parada em relação ao ar as pressões nos dois tubos tem mesmo valor e o ponteiro indica ZERO. Aeronave se movimentando a relação ao ar à pressão e a cápsula se expande movimentando o ponteiro.

            Velocidade da aeronave indicará corretamente a velocidade em relação ao ar quando a pressão for 1013.2 hectoPascais e a temperatura do ar for de 15° Celsius.

            Medidas que subirmos, em altitude de variações da densidade do ar atmosférico, as pressões estáticas e de impacto diminuem.
            Devemos ressaltar que, a principio, a velocidade obtida no velocímetro tem como base o deslocamento da aeronave em relação ao ar e não relação ao solo. As velocidades podem ser definidas como:

Velocidade Indicada (VI)
Conhecida como IAS = (Indicated Air Speed)
Velocidade vista no instrumento.
Velocidade Calibrada (VC)
Erros de instalação ou posição.
Velocidade Equivalente (VE)
Conhecida como EAS(Equivalent Air Speed)
É a VC corrigida para erros de compressibilidade do ar. Erro ocasionado pelo aquecimento no tubo de Pitot com impacto das partículas de ar. Aumenta o erro com a velocidade e depende da altitude. Quando a velocidade for até 250 KT(nós).
Velocidade no ar, verdadeira ou rodinâmica (VA)
É a (VE) ou (VC) corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura). Consideramos que a VA aumenta 2% em relação a VI, para cada 1000 pés que subimos. Seria a velocidade desenvolvida em vôo em relação ao ar e ela independente do vento. Conhecida como TAS (True Air Speed).
Velocidade no Solo (VS)
È a VA equacionada vetorialmente com efeitos do vento sobre a aeronave. Dizer que é a velocidade da sombra da aeronave sobre a superfície terrestre. Conhecida como GS (Groond Speed)

Declinação magnética media (NAVEGAÇÃO AÉREA)


            Um vôo realizado entre dois pontos verifica que em algumas situações podemos cruzar diversas linhas isogônicas, portanto, definições magnéticas mudam a medida que o vôo é desenvolvido. Se uma direção de rota que cruzasse todos os meridianos num mesmo ângulo, o valor do rumo magnético (RM) iria variar constantemente.
            Sendo assim, após medir-se o rumo verdadeiro (RV) entre dois pontos, utiliza-se a declinação magnética (DMG) média entre as encontradas para o rumo magnético a ser mantido em vôo.

EX: Um vôo da Fazenda Córrego Limpo para Fazenda Toboca. Rumo verdadeiro no trecho = 277°, neste caso a Dmg utilizada será a de 10°W (a mais próxima da rata) para achar o RM = RV + DMG: RM= 277 + 10 = 287.