quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Circuito de Trafego Aéreo.


Helicopteros Realizão a 500Ft 
Aeronaves a Helice Pistao e TurboJato 1000ft
Aeronaves a Reação Aviação comercial 1500ft


O Circuito de Tráfego Padrão possuem sempre curva a esquerda pois durante a segunda guerra mundial, houve um grande crescimento da aviação e foi necessário o desenvolvimento de orientações de diversas operações no tráfego aéreo. As curvas a esquerda devido à necessidade da época e procedimento mais prático para as aproximações dos aviões monomotores. 


•Perna Contra o Vento - paralela a RWY e no sentido do pouso.
•Perna de Través - perpendicular a RWY, cabeceira oposta ao pouso.
•Perna do Vento - paralela a RWY e no sentido contrário ao pouso.
•Perna Base - perpendicular a RWY na cabeceira do pouso.
•Reta Final - alinhado ao eixo da RWY.
 
•No circuito de tráfego padrão, todas as curvas são para a esquerda tanto para aeronave que chegam quanto para as que saem.
•A altura padrão para as aeronaves realizarem o circuito de tráfego é:
–1500ft (pés) para aeronaves a jato;
           1000ft (pés) para aeronaves a hélice.



•

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Macete de Regulamentos, Importante

Um detalhe onde todos se não prestar atenção roda na prova da ANAC como eu já fiquei em dúvidas e mesmo em SIMULADOS ja errei por falta de atenção. Bom vamos lá:

Em um aeródromo, cuja elevação seja de 1700FT, uma aeronave turboélice efetuará o circuito de trafego padrão a uma altura de:

A) 1000 ft
B) 2700 ft
C) 1500 ft
D) 3200 ft
Bom o detalhe esta na pergunta.... Quando se fala em ALTURA se lembra da seguinte regra:
500 - pés para Helicopter
1000 - pés para (aeronaves a Helice a pistão e Turbo Hélice)
1500 - pés para (aeronaves a Reação)

Então a resposta correta será A) 1000 ft.

Agora preste atenção novamente no detalhe, se fosse a seguinte pergunta:

Em um aeródromo, cuja elevação seja de 1700FT, uma aeronave turboélice efetuará o circuito de trafego padrão a uma altitude de:

A) 1000 ft
B) 2700 ft
C) 1500 ft
D) 3200 ft

Quando se fala na pergunta a ALTITUDE, você ira somar a elevação sempre e ver qual é a aeronave que a pergunta esta te pedindo para fazer o calculo simpres dentro dos parametros para que você responda a alternativa correta. Então neste caso a alternatica correta seria:
B) 2700 ft pelo motivo de você somar 1000ft da ALTITUDE na elevação para ver a quantos pés a aeronave executaria o procedimento.


PS: ALTURA (sempre o padrão) // ALTITUDE (sempre soma da elevação)

domingo, 13 de novembro de 2011

Frente Fria e Frente Quente

Frente FRIA

* Delocamento 
Hem. SUL > SW p/ NE

* Pressão / Temperatura
- Chegada Pres. = Sobe / Temp. Diminui
- Saida Pres. = Diminui / Temp. Sobe

* Ventos
- PRÉ =  (NW)
- FRONT = (W)
- Pós = (SW)

* Nuvens
Cirrus > CB

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Frente Quente

* Delocamento 
Hem. SUL > NW p/ SE

* Pressão / Temperatura
- Chegada Pres. = Sobe / Temp. Diminui
- Saida Pres. = Diminui / Temp. Sobe

* Ventos
- PRÉ =  (SW)
- FRONT = (W)
- Pós = (NW)


* Nuvens
Cirrus > Stratos

sábado, 12 de novembro de 2011

Rumos de cabeceiras (RWY)


A numeração da pista é feito em rumos de 10 em 10 graus, desconsiderando o 0 no final, as frações iguais ou superiores a 5 graus, são arredondadas para mais, as menores de 5 arredondadas para menos. Os rumos das cabeceiras são designadas em RUMO MAGNÉTICOS.

Por ex:

074/254 = Cabeceira (THR) 07/25
157/232 = Cabeceira (THR) 16/23

Outro ex importante
003° = terá cabeceira 36

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

TIPO DE VOO --- ITEM 8

S = AERONAVE DE TRANSPORTE REGULAR - EX: AVIANCA, GOL, TAM...;

N = TRANSPORTE NÃO REGULAR = TAXI AEREO;

G = AVIAÇÃO EM GERAL - SERVIÇO ESPECIALIZADO, TRANSPORTE PROPRIO, USO DE FIRMAS OU EMPRESAS PROPRIETARIA DA AERONAVE;

M = AERONAVES MILITARES;

X = CATEGORIAS DISTINTAS DAS INDICADAS;

Regras de Plano de Voo --- ITEM 8 DO PLANO

 I = IFR;

V = VFR;

Y = IFR/VFR; DICA: (LEMBRE QUE O SOM DO 'Y' É O MESMO DO 'I' ENTÃO O PLANO FICA DE IFR/VFR)

Z = VFR/IFR; DICA: (AGORA O 'Z' NÃO TEM SOM DE NADA ENTÃO LEMBRE QUE O 'Z' É DE VFR/IFR.)

VFR e VFR Especial

- VFR = 1500ft por 5000 Metros


- VFR Especial = 1000ft por 3000 Metros

O APP poderá autorizar a realização do VFR especial para quem entra e saia de uma CTR ou TMA, para pousos e decolagens de aerodromos localizados dentro dos limites laterais deste espaço aéreo.

O App poderá autorizar o VFR especial para operação local dentro de uma CTR, com decolagem e pouso no mesmo aeródromo.

Poderá ser realizado no periodo Diurno, A aeronave deverá estar equipada com VHF em funcionamento 5/5 para estabelecer comunicações Bilaterais com os órgãos ATC.
 

sábado, 5 de novembro de 2011

Erros de temperatura

Temperatura Real

Temperatura Real Maior que o padrão; Estando o ar mais quente que o padrão, a aeronave estará voando acima da altitude pressão:

Ex. FL 060 e temperatura ISA +15°C

Entao no solo temos +15°C de ISA

Faremos:
ex:

6000 ft ---- 03°C                    15 - 3 = 12°C de diferença
5000 ft ---- 05°C                    15 - 12 = 3°C no FL 060
4000 ft ---- 07°C                   
3000 ft ---- 09°C                   
2000 ft ---- 11°C
1000 ft ---- 13°C
0000 ft ------- +15°C (ISA)-----SOLO

Erro de temp. com altitude 
6000 - 4% = 240 ft = Mais Quente e mais ALTO = Resultado final 6240 FT com erro de altitude.

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Temperatura Real menor que a padrão; O ar mais friu que o padrão, a aeronave estará voando mais baixo da altitude pressão.


Ex. FL140 e temperatura ISA -33°C

33 - 15 ISA = 18
18 - 15 ISA = 3°C

14000 - 2% = 280 ft
14000 - 280 = 13720 Ft

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Composição da Atmosfera

      SECA
Nitrogenio = 78%
Oxigenio = 21%
Outros Gases = 1%
Vapor de Água = 0% 


   SATURADA
Nitrogenio = 75%
Oxigenio = 20%
Outros Gases = 1%
Vapor de Água = 4%

sábado, 22 de outubro de 2011

Componente de comando em estabilidades


- ESTABILIDADE LATERAL = MOVIMENTO DO AILERON

- ESTABILIDADE DIRECIONAL = MOVIMENTO DO ESTABILIZADOR VERTICAL (LEME DE DIREÇÃO)

- ESTABILIDADE LONGITUDINAL = MOVIMENTO DO PROFUNDOR.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Distribuição de PESO

Em aviões de asa alta, a fuselagem age como se fosse um pêndulo, aumentando a estabilidade lateral.

- Neste caso temos o Ex do cessna 152. asa Alta



Nos Avioes de asa Baixa, o peso da fuselagem tende a aumentar o desequilibrio lateral do avião, reduzindo a estabilidade.

- Neste caso temos o Ex. do Tucano T-27


Parafusos - Teoria de Voo


O piloto reduz para marcha lenta, erguendo o nariz do avião. Este perde velocidade e, quando está prestes a estolar, o piloto pressiona um dos pedais a fundo, fazendo o avião derrapar.

O parafuso também pode ocorrer acidentalmente, acontece quando o avião entra em estol, assimétrico sob influencia de:

- Torque do motor, quando o avião esta próximo ao ângulo critico, o torque do motor tende a girar o avião no sentido contrario ao da rotação da hélice, quando o avião entra em estol com MOTOR sem que a potencia esteja reduzida.

- Asas com incidências diferentes, incidência maior estola antes da outra, podendo dar inicio a um parafuso.

- Ailerons próximo ao estol, o piloto não pode usar os ailerons próximo ao ângulo critico, pois o aileron que abaixa pode provocar o estou nessa asa, dando inicio ao parafuso é mais seguro usar os pedais ao invés dos ailerons.

- Durante uma curva muito inclinada, o piloto deve tomar cuidado para não entrar em estol. Se isto acontecer o avião estará com excesso de inclinação e pouca sustentação, a glissada resultante e eo efeito de diedro farão o avião entrar em parafuso girando no sentido contrario da curva.

Recuperação

Na recuperação de um parafuso o piloto deve primeiro interromper a rotação, pressionando o pedal do lado contrario ao da rotação. Com isto sairá do mergulho, puxando o manche (cabrando) para evitar o ESTOL de velocidade.

Parafuso chato

O avião desce girando em torno de si, no sentido vertical, o ar escoa praticamente em 90° em relação ao eixo longitudinal do avião.  O parafuso chato é sempre acidental dependendo muito das características do avião e não dos comandos feito pelo piloto.

O Parafuso é também chamado AUTO-ROTAÇÃO porque, uma vez iniciado o avião mantém a rotação por si só.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Efeito de QUILHA

No efeito de quilha temos o CG  a frente da aeronave e o CG atrás da aeronave agora qual deles será o melhor para o voo?

Entao uma aeronave por ex um King Air temos o CG na frente = uma Grande Área Lateral atrás do centro de gravidade (CG) neste caso temos um Aumento de Estabilidade.

Agora uma Aeronave como por ex. o MD-80 Temos uma grande area Lateral a frente do centro de gravidade (CG) neste caso temos Diminuição de Estabilidade.

(A estabilidade Direcional envolve o movimento do avião em torno do eixo Vertical)

Efeito de quilha pode ser:

Estavel: Quando a área lateral acima do CG é maior que a área lateral abaixo do CG
Instavel: Quando a área lateral abaixo do CG é maior do que a área acima do CG

Diferença de Estaticamente e Dinamicamete, Alguns perguntam para sí mesmo como saber a dif. como eu!

Simples


Estaticamente é Estabilidade lateral do Avião = Movimento do aileron (Eixo Longitudinal) por ex para esquerda e o avião ficar inclinado no angulo por ex de 30° para alguns dos lados... Esta é a estabilidade ESTATICAMENTE QUE TEMOS:
- ESTAVEL = O avião tende a voltar ao seu equilibrio inicial.
- INSTAVEL = O avião tende a desiquilibrar cada vez mais.
- INDIFERENTE = O avião tende a continuar fora do equilibrio.


Agora o Dinamicamente é a Estabilidade Transversal = Movimento do profundor (Eixo Transversal) horizontal Pich UP = Nariz alto ou Pitch DN = Nariz Baixo e o aviao fica com angulo positivo ou negativo. Sendo que nele também temos:
- ESTAVEL = O avião tende a voltar ao seu equilibrio inicial.
- INSTAVEL = O avião tende a desiquilibrar cada vez mais.
- INDIFERENTE = O avião tende a continuar fora do equilibrio.


Temos também a Estabilidade Dinamicamente Direcional que é o movimento do LEME de direção (Eixo Vertical)  Estabilizador Vertical, Movimento do Direita e esquerda.
- ESTAVEL = O avião tende a voltar ao seu equilibrio inicial.
- INSTAVEL = O avião tende a desiquilibrar cada vez mais.
- INDIFERENTE = O avião tende a continuar fora do equilibrio.

Co-piloto Boni, Abraço Velinho pecfect movies


Video de um colega video Despedida Fokker 100 Mk-28, Perfect Monies Capitain. Now stay in airbus 318/319/320


This is the way, MUST DO THE AVIATOR


Classificações IFR e VFR


Airbus 320 WITH WINGLET


sábado, 15 de outubro de 2011

Plano de voo - resumo ICA 100-11 Fonte


Regras Gerais – Conceito
 Planos de vôo contem informações relacionadas com um vôo planejado de uma aeronave ou com parte do mesmo que são fornecidas aos órgãos que prestam três tipos de plano de vôo.
- Plano de vôo Completo;
- Plano de vôo Simplificado (Notificação de Vôo);
- Plano de vôo repetitivo;
Local de apresentação do plano de vôo será na sala AIS do aeródromo ou via Telefone, telex, radiofonia ou computadores.
                O FIL corresponde ao plano de vôo apresentado por radiotelefonia, deve ser apresentado até o momento em que haja certeza de que o órgão ATS adequado possa receber, pelo menos 10 minutos antes que a aeronave estime chegar ao ponto de entrada em um espaço aéreo controlado ou de assessoramento.
                Para evitar o AFIL, a aeronave que pretende partir de localidade desprovida de órgão ATS deve apresentar, antes da partida, caso seja possível plano de vôo correspondente em qualquer sala AIS de aeródromo.
                Em espaço aéreo com grande densidade de trafego aéreo para que não haja congestionamento na comunicação radiotelefônica, a apresentação do AFIL poderá ser restringida. As aeronaves deverão apresentar o plano de vôo antes da partida .
Obrigatoriedade da apresentação
                É compulsória a apresentação do plano de vôo:
- Antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS;
- Antes da partida de determinados aeródromos desprovidos de órgão ATS;
- Após a partida de aeródromo desprovido de órgão ATS, a aeronave dispuser de equipamento capaz de estabelecer comunicação com órgão ATS;
- Sempre que se pretende voar através de fronteiras internacionais;

Dispensa da apresentação
                Dispensa apresentação do Plano de vôo para vôo (aeronave sem missão SAR) neste caso o RCC deve ter condições de fornecer dados necessários do plano de vôo aos órgãos ATS envolvidos.
                Aeronaves que não disponha de equipamento rádio, e que a decolagem seja realizada de aeródromo desprovido de ATS e a aeronave não cruze fronteiras internacionais.
Validade
                O plano de vôo apresentado é valido até 45 minutos após a EOBT.
Quando ocorrer suspensão regular das operações no aeródromo, esse prazo deve ser considerado a partida hora do restabelecimento das operações.
Plano de vôo poderá ser autorizado em momento anterior a EOBT, sendo que o órgão ATC possua os dados do respectivo plano de vôo aprovado e que não exista restrição em função do gerenciamento do fluxo de trafego aéreo para a rota ou para os aeródromos de partida e destino.
Preenchimento e Assinatura
                Somente os pilotos e DOV podem preencher e assinar o plano de vôo, exceto o RPL, que deve ser preenchido e assinado por uma pessoa credenciada pelo explorador.
                Pilotos e DOV deverão ter ciência das informações aeronáuticas e meteorológicas relacionadas com o vôo em questão, antes do preenchimento do plano de vôo. 
Plano de vôo com mudança de Regras
                O Plano de vôo com mudança de IFR para VFR ou Vice-versa deve conter o ponto especificado para mudança de regras que será considerado durante o vôo, como ponto de notificação compulsória.
- No caso da letra (Y) indica mudança prevista de Y =(IFR) para (VFR) o plano de vôo deve conter pelo menos um aeródromo de alternativa, homologado IFR, para ser utilizado em caso de falha de comunicações bilaterais que possa ocorrer até o ponto de notificação previsto para a mudança de regras de vôo.
- No caso da letra (Z) indica mudança prevista de Z = (VFR) para (IFR) o plano deve conter também um aeródromo de alternativa, homologado IFR, para ser utilizado em caso de falha de comunicações bilaterais que possa ocorrer até o ponto de notificação previsto para mudança de regras de vôo.
            Em caso de falha de comunicações, se previsto o órgão ATS considerará que o piloto irá prosseguir para o aeródromo de alternativa IFR, o piloto cuidando da sua própria separação em condições meteorológicas de vôo visual (VMC), poderá prosseguir para o aeródromo de destino, se:
- O tempo de vôo do ponto de mudança de regras de vôo até o aeródromo de destino for igual ou inferior ao deste pondo de mudança até o aeródromo de alternativa.
- A hora de pouso for informada a um órgão ATS por qualquer meio de comunicação, até 30 minutos alem da EET.
            Este procedimento visa evitar que o serviço de busca e Salvamento seja acionado desnecessariamente.
Regras especificas para o formulário de plano de vôo
            A apresentação do plano de vôo deve ser realizada pessoalmente na sala AIS do local de partida, ou em outro setor devidamente credenciado pelo DECEA.
            Plano de vôo pode ser apresentado em qualquer sala AIS de aeródromos, independente do local de partida do vôo.  Podendo ser realizada por telefone, fax ou telex ou rede de computadores.
            O plano de vôo deve ser apresentado, pelo menos 45 minutos antes da EOBT.
Cancelamento, Modificação e atraso
            Cancelamentos, modificação e atrasos a um Plano de vôo apresentado, devem ser notificados em qualquer sala AIS de aeródromo, necessariamente a do aeródromo de partida, até 35 minutos além da EOBT.
Regras especificas para o formulário de plano de vôo Repetitivo
            O RPL é o plano de vôo apresentado pelo explorador, para retenção e uso repetitivo pelos órgãos ATS, a uma série de vôos, regulares, charters, fretamentos e da rede posta autorizados pela ANAC.
            O RPL serão utilizados se realizarem, pelo menos uma vez na semana, perfazendo um total de no mínimo, 10 voos e quando houver previsão para uma utilização mínima de 2 meses.
            O RPL somente aos vôos IFR e a todos os vôos sujeitos a HOTRAN. O RPL deve ser apresentado a CPVR, por meio de um formulário eletrônico.
            Os RPL serão processados pela CPVR que distribuirá as correspondentes listagens eletrônicas, preferencialmente, ou  impressas aos ACC envolvidos e emitira relatórios de erros para as empresas usuárias do sistema.
Modificações temporárias
            Modificações, os atrasos e os cancelamentos temporários de um vôo de uma serie prevista em plano de vôo repetitivo devem ser apresentados em qualquer sala AIS, de aeródromos, não necessariamente naquela do aeródromo de partida, até 35 minutos além a EOBT.
Regras de plano de vôo
            O plano de vôo simplificado aplica-se ao vôo VFR realizado em ATZ, CTR, TMA, na inexistência desses espaços aéreos em um raio de 50 Km (27 NM) do aeródromo de Partida.
Apresentação:
- Sala AIS credenciada ou na inexistência desta, ao órgão ATS local;
- Por telefone, faz ou telex a sala AIS credenciada;
Antecedência da Apresentação:
            A antecedência mínima de 10 minutos antes da EOBT.
Cancelamento, modificação
            Cancelamentos, modificações e atrasos relativos a um PVS apresentado devem ser notificado a sala AIS do local de partida ou diretamente ao órgão ATS até 35 minutos alem a EOBT.

domingo, 18 de setembro de 2011

Macetes de CT. Avião


Aerodinos são classificados como Aviões, helicópteros, Planadores.
Aerodinos = Ação e reação 3° lei de Newton
Aeróstatos = veículos mais leve que o Ar – (Arquimedes)

O empuxo é uma força que age sobre Aeróstatos
(balões, dirigíveis)

O esforço que atua numa corda esticada se chama Tração

Esforços que provoca simultaneamente tensões de compressão e tração numa peça chamada de flexão

Os pesos colocados sobre um corpo produz um esforço de compressão

Ao Apertar um parafuso com uma chave de boca, o esforço sobre o parafuso será de torção.

Durante um vôo esforços que atuam sobre a estrutura do avião são causados por força da natureza Aerodinâmica

Força de sustentação que permite ao avião VOAR surge devido à reação do ar sobre As ASAS.

Elementos estruturais principal de uma asa, que se estende ao longo de sua envergadura, chama-se Longarinas.

O elemento de uma ASA que lhe da o formato aerodinâmico é Nervuras.

Os cabos de aço esticados entre as nervuras de uma asa, para resistir aos esforços de tração, chama-se Tirantes.

O tipo de avião cuja a asa esta colocada acima da fuselagem e separada da mesma, sobre montantes, chama-se avião de asa Parasol.

A asa é fixada na parte superior na fuselagem por meio de suportes e estatais do tipo Semicantilever

Tipo de fuselagem é constituído somente som cavernas e revestimentos chama-se Monocoque.

As fuselagens semimonocoque é constituída por Caverna, revestimento e longarinas.

Os elementos estruturais que da formato aerodinâmico a fuselagem chama-se Carvernas.

Pequenas superfícies de comando localizado na superfícies principais são os Compensadores.

Os flapes e slats são considerados superfícies Hipersustentadores

O leme de direção encontra-se instalados no estabilizador vertical o leme de profundidade é instalado no estabilizador Horizontal.

logo mais abaixo mais macetes...

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sistema de Alimentação

Tem a finalidade de fornecer a mistura AR-Combustível ao motor, na pressão a temperatura adequada de impurezas.


- Sistema de indução: Conjunto que admite, filtra e aquece o AR.


- Sistema de superalimentação: Aumenta a pressão do ar admitido, aviões mais simples não tem este sistema.


- Sistema de formação de Mistura: Conjunto que mistura o combustível com o Ar.

Potências - Conhecimentos Técnicos

- Potência Teórica: (Potencia total) (combustão) Liberada pela queima do combustível; 

- Potência Indicada: (Gases) Desenvolvida pelos Gases;

- Potência Efetiva: É a potencia no eixo da hélice ;

- Potência Máxima: É a efetiva máxima que o motor pode fornecer (usado só para DECOLAGEM e EMERGÊNCIA em caso de Arremetida)  ;

- Potência Nominal: (Projeção) a que o motor foi projetado;

- Potência de Atrito: Potência por atrito nas partes interna do Motor;

- Potência Útil: (tração) ou (tratora);


- Potência Necessária: Potência que o avião necessita para manter o voo nivelado numa dada velocidade;


- Potência Disponível: Potência útil máxima que o grupo moto-propulsor fornece ao avião.
Ex. é a potência disponível para o voo de cruzeiro economizar combustível potência de cruzeiro 75%

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Transformações


E acredito que exista diversos estudantes com a mesma dúvida, que apesar de ser básica, é muito importante, principalmente para quem está se preparando para o vestibular.
Então vamos lá, na tabela abaixo, você aprenderá converter de forma simples, rápida e fácil graus Celsius em Fahrenheit, e de grau Celsius para Kelvin e vice e versa.
grau Celsius grau Fahrenheit °F = °C × 1,8 + 32
grau Fahrenheit grau Celsius °C = (°F – 32) / 1,8
grau Celsius kelvin K = °C + 273,15
kelvin grau Celsius ° C = K – 273,15
E para facilitar o entendimento, digamos que eu queira transformar 20°C em grau Fahrenheit e Kelvin, e para isso vamos usar as seguintes formulas:°F = °C × 1,8 + 32(para transformar em Fahrenheit) e K = °C + 273,15(para transformar em Kelvin).
Agora a tarefa é simples, basta substituir °C, pelo valor que temos, que no caso são 20°C.
Transformando de Celsius para Fahrenheit:
°F = °C × 1,8 + 32
°F = (20 X 1,8) + 32
°F = 36 + 32
°F = 68
Sendo assim 20 °C equivalem a 68 °F, simples e fácil não é mesmo?
Transformando de Celsius para Kelvin:
K = °C + 273,15
K = 20 + 273,15
K = 293,15

domingo, 17 de julho de 2011

Instrumentos Meteorológicos

A aquisição de conhecimentos relativos ao tempo é um objetivo do ramo da ciência denominada meteorologia. Os fenômenos meteorológicos são estudados a partir das observações, experiências e métodos científicos de análise. A observação meteorológica é uma avaliação ou uma medida de um ou vários parâmetros meteorológicos. As observações são sensoriais quando são adquiridas por um observador sem ajuda de instrumentos de medição, e instrumentais, em geral chamadas medições meteorológicas, quando são realizadas com instrumentos meteorológicos.
Portanto, os instrumentos meteorológicos são equipamentos utilizados para adquirir dados meteorológicos (termômetro/temperatura do ar, pressão atmosférica/barômetro, higrômetro/umidade relativa do ar etc).
A reunião desses instrumentos em um mesmo local, é denominada estação meteorológica. E o conjunto dessas estações distribuídas por uma região, é denominado rede de estações meteorológicas.
Anemógrafo - Registra continuamente a direção (em graus) e a velocidade instantânea do vento (em m/s), a distância total (em km) percorrida pelo vento com relação ao instrumento e as rajadas (em m/s).

Anemômetro - Mede a velocidade do vento (em m/s) e, em alguns tipos, também a direção (em graus).
Barógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em milibares (mb).
Barômetro de Mercúrio - Mede a pressão atmosférica em coluna de milímetros de mercúrio (mm Hg) e em hectopascal (hPa).
Evaporímetro de Piche - Mede a evaporação - em mililitro (ml) ou em milímetros de água evaporada - a partir de uma superfície porosa, mantida permanentemente umedecida por água.
Heliógrafo - Registra a insolação ou a duração do brilho solar, em horas e décimos.
Higrógrafo - Registra a umidade do ar, em valores relativos, expressos em porcentagem (%).
Microbarógrafo - Registra continuamente a pressão atmosférica - em milímetros de mercúrio (mm Hg) ou em hectopascal (hPa), numa escala maior que a do Barógrafo, registrando as menores variações de pressão, o que lhe confere maior precisão.
Piranógrafo - Registra continuamente as variações da intensidade da radiação solar global, em cal.cm­².mm­¹.
Piranômetro - Mede a radiação solar global ou difusa, em cal.cm­².mm­¹.
Pluviógrafo - Registra a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).
Pluviômetro - Mede a quantidade de precipitação pluvial (chuva), em milímetros (mm).
Psicrômetro - Mede a umidade relativa do ar - de modo indireto - em porcentagem (%). Compõe-se de dois termômetros idênticos, um denominado termômetro de bulbo seco, e outro com o bulbo envolvido em gaze ou cadarço de algodão mantido constantemente molhado, denominado termômetro de bulbo úmido.
Tanque Evaporimétrico Classe A - Mede a evaporação - em milímetros (mm) - numa superfície livre de água.
Termógrafo - Registra a temperatura do ar, em graus Celsius (°C).
Termohigrógrafo - Registra, simultaneamente, a temperatura (°C) e a umidade relativa do ar (%).
Termômetros de Máxima e Mínima - Indicam as temperaturas máxima e mínima do ar (°C), ocorridas no dia.
Termômetros de Solo - Indicam as temperaturas do solo, a diversas profundidades, em graus Celsius (°C).

sábado, 16 de julho de 2011

AIRMET

O AIRMET é uma informação expedida por um CMV, sobre fenômenos meteorológicos observados ou previstos em rota, que possam afetar a segurança das operações de aeronaves em níveis baixos, da superfície até o FL100 e que ainda não tenha sido incluída no GAMET.

SIGMET

SIGMET é confeccionado por um CMV com período de validade de 04 horas, em casos excepcionais este período poderá ser de até 06 horas.

Razão Adiabática Seca e Úmida, Ponto de Orvalho (Meteorologia)

Razão Adiabática Seca: 
1°C/ 100m.


Razão Adiabática Úmida:
0,6°C/ 100m.

Ponde de Orvalho:
0,2°C/ 100m.




quinta-feira, 14 de julho de 2011

Massa de Ar (Meteorologia)

Classificação:

Natureza da superfície
- m = Marítima
- c = Continental

Regiões de Origem
- P = Polar
- E = Equatorial
- T = Tropical
- A = Ártica e Antártica

Temperatura
- k = Fria
- m = Quente

Características:

Fria = Instável, nuvem comuliformes, precipitações em forma de pancadas, visibilidade boa com turbulência e gradiente térmico maior que a razão adiabática.

Quente = Estável, nuvens estratiformes, precipitações leve e continua, visibilidade restrita, sem turbulência e gradiente térmico manor que a razão adiabática.

Frentes:

Frente fria
Deslocamento HS – SW para NE
Pressão – diminui e depois aumenta
Temperatura – Aumenta e depois diminui

Vento – Pré frontal NW, Frontal W pós-frontal SW
Nuvens – CI, CC, AC, CU, CB
Nevoeiro – Pós frontal

Frente quente
Deslocamento HS – NW para SE
Pressão – Diminui e depois aumenta
Temperatura – Aumenta e depois Diminui

Vento – Pré-frontal SW frontal W, pós-frontal NW
Nuvens – CI, CS, AS, NS, ST
Nevoeiro – Pré-frontal

Frente estacionaria: Encontro sem deslocamento

Frente oclusa: Encontro de duas frentes

Frontogenese: Frente em formação

Frontolise: Frente em dissipação

Linha de instabilidade
Linha de mau tempo que precede as frentes frias 

domingo, 10 de julho de 2011

Efeito de Coriolis

Vento: No norte o vento sopra para a Direita
Vento: No sul o vento sopra para Esquerda

Conceito de Gradiente Térmico Vertical

A expressão gradiente térmico vertical designa a variação de temperatura com a altitude. Se a temperatura varia no sentido inverso da altitude (isto é, quando a temperatura diminui quando aumenta a altitude, e vice-versa), diz-se que o gradiente térmico vertical é positivo. Se a altitude e a temperatura variam no mesmo sentido, o gradiente térmico vertical diz-se negativo.

domingo, 3 de julho de 2011

TIPOS DE COMANDO em tornos dos Eixos

> EIXO VERTICAL (DIRECIONAL) = Movimento do LEME = Guinada (Direita/Esquerda)


> EIXO TRANSVERSAL (LATERAL) = Movimento do AILERON = Lateral


> EIXO LONGITUDINAL = Movimento = PROFUNDOR = ( Pitch Up and Down)



sábado, 2 de julho de 2011

Lei de Boyle-Mariotte

A lei de Boyle Mariotte é um caso particular da equação de estado dos Gases Perfeitos (PV = nRT), no qual a temperatura é mantida constante. Nesta situação pode-se afirmar que a pressão é inversamente proporcional ao volume, ou seja PV = const.