terça-feira, 24 de abril de 2012

Macete de vento em relação a pista em uso

Muitos tem Dúvidas referente a qual pista esta em uso referente a direção e velocidade do vento, então vamos lá:

Você deve pegar o RUMO das cabeceiras e subtrair de onde vem o vento, o resultado da conta que der menor de 90° você irá decolar, então vamos para o exemplo:

- Vento de 270° com 20 nós

- Pistas 17 e 35

270 - 170 = 100 (então deu maior que 90 a pista 17 não sera usada)
350 - 270 = 80   (então será a pista em uso para pouso e decolagem)

Então a pista em uso será a pista 35

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Veja até o fim, Você vai entender o que ele quer DIZER!


DEFINOÇÕES DE PESOS DE AERONAVES e Separação Pouso e decolagem

Leve (L) entre 7.000 kg ou menos -  
- Pousando: Mínimo de 3 Minutos entre uma aeronave leve ou média, pousando após uma aeronave pesada.
- Decolando: Minimo de 2 minutos entre uma aeronave leve ou média que decola após uma pesada

Média (M) de 7.000 kg até 136.000 kg.  
- Pousando: Minimo de 3 Minutos entre uma aeronave leve ou média, pousando após uma aeronave pesada.
- Decolando: Mínimo de 2 minutos entre uma aeronave leve ou média que decola após uma pesada

Pesada (W) de 136.000 ou mais.

DEFINIÇÕES DE AEROVIAS


domingo, 1 de abril de 2012

PARAFUSO (TEORIA DE VOO)

O piloto reduz o motor para marcha lenta e ergue gradualmente o nariz do avião, perde velocidade e quando esta prestes a estolar, o piloto pressiona  um dos pedais fazendo o avião derrapar. Na derrapagem faz uma das asas ESTOLAR com isto o avião entra em Parafuso.


Torque do Motor

O avião ficará próximo do angulo critico e o torque do motor tende a girar o avião para o lado contrario da rotação da hélice. O avião entra em Estol com motor sem que a potência seja reduzida.



Asa com incidência Diferente


A asa com incidência maior estola primeiro que a outra, podendo dar o inicio ao parafuso.


Uso dos ailerons próximo ao Estol


Este fator do uso dos ailerons próximo ao angulo crítico da aeronave pode causar estol de asa do lado da asa que o aileron abaixa, provocando um parafuso. É mais seguro usar os pedais do que os ailerons.


Curvas


No processo de uma curva muito inclinada o piloto deve tomar cuidado para evitar um ESTOL, pois o estol executado o avião esta com alto valor de peso e baixa sustentação, com este fator fará o avião entrar em parafuso girando no sentido inverso da curva.


Recuperação do parafuso


O piloto em comando deve reduzir a rotação e pressionar o pedal para o lado contrario da rotação com isto deverá sair do mergulho puxando progressivamente o manche para evitar o estol de velocidade


Parafuso CHATO


O avião de cauda pesada ergue o nariz tornando o parafuso CHATO. Se ocorrer o piloto deve se deslocar para o acento da frente para mudar o CG da aeronave, com este efeito o avião baixa o nariz voltando ao parafuso normal.


No parafuso chato o avião desce girando em torno de sim em sentido vertical escoando em 90° do eixo longitudinal. Este efeito torna o profundor e o leme de direção inoperante para a recuperação do parafuso

terça-feira, 27 de março de 2012

DICAS de TEORIA de VÔO em comandos de Vôo e EIXOS

Muita gente na hora do nervoso e na hora da prova bate uma certa dúvida em questão de profundor para CIMA ou  profundor para BAIXO quando você executa o determinado comando de PICAR e CABRAR então vamos la´:


--> Puxa = Carbar = nariz do avião fica com o PITH = UP (para cima)// Profundor para CIMA

--> Empurra = Pica = nariz do avião fica com o PITH = DOWN (para baixo) // Profundor para BAIXO


Agora uma breve dica de Eixos:

--> Eixo Longitudinal = ROLAGEM: É como você espetar um palito do NARIZ do avião a CAUDA da aeronave, seria o movimento dos ailerons, fazendo o avião rolar para DIREITA ou ESQUERDA. 

--> Eixo Transversal = ARFAGEM ou TANGAGEM: Se você espetar com o palito em um avião de uma ponta a outra das asas, certamente o avião fara o movimento de picar e cabrar, movimento do Profundor.

--> Eixo Vertical = GUINADA: Você neste caso espeta um palito no meio do avião de cima para baixo ou de baixo para cima, o movimento do avião sera usado do LEME DE DIREÇÃO esquerda e direita.

Temos também agora que muitos novos sempre fazem confusão em questão do COMPENSADOR em relação ao comando primario:

Lembre que o comando do compensador será sempre o inverso do comando... Comando segundario inverso do primario.

-- PROFUNDOR para CIMA = compensador para BAIXO
-- PROFUNDOR para BAIXO = compensador para CIMA 

Neste caso é o componente segundario que faz dar o comando de movimento na aéronave.

agora temos 3 tipos de compensadores:

--- Fixos:  São compensadores ajustados no Solo

---  Comandaveis: São ajustados em vôo

--- Ajustaveis: são os automáticos eles funcionam através do comando primário que o piloto execulta durante o voo no comando primário.
 

terça-feira, 20 de março de 2012

Navegação com vento de Cauda.

Navegação A) para B) Diurno + 30 Minutos
DE: A) para B) + 30 MINUTOS
DISTANCIA = 310NM
VEL. DE CRZ = 130KT
CONSUMO = 70L/H
VENTO = CALDA 40KT


> TEMPO DE VOO     130kt + 40kt Vento = 170 VA

  170kt   =   60min  =   01:49
 310 nm         x

60 x 310 = 18600 / 170 = 109 mint. = 01:49

> A) para B) + 30 mints = 02:19 Altonomia

> Alcance da Aeronave

170 kt   =  01:00 (60mint)= 393NM
   x           02:19 (139mint)

170 x 139 = 23630 / 60 = 393

> Combustível

70 L/H 01:00  = 162 Litros
  x            02:19

70 x 139 = 9730 / 60 = 162 Litros

Tempo de Voo: 01:49
Autonomia de : 02:19
Alcance de = 393NM
Combustível = 162 Litros

Navegação A) para B) Diurno + 30 Minutos ( vento de Proa)

DE: A) para B) + 30 MINUTOS
DISTANCIA = 310NM
VEL. DE CRZ = 130KT
CONSUMO = 70L/H
VENTO = PROA 20KT

> TEMPO DE VOO

  110kt   =   60min  =   02:50
 310 nm         x

> A) para B) + 30 mints = 03:20 Altonomia

> Alcance da Aeronave

110 kt   =  01:00 (60mint)= 366NM
   x           03:20 (200mint)

> Combustivel

70 L/H  =  01:00  = 233Litros
  x            03:20

Tempo de Voo: 02:50
Autonomia de : 03:20
Alcance de = 366NM
Combustível = 233 Litros 

OBS:
Calculos com vento de PROA subtrair da VA
Calculos com vento de CAUDA somar na VA
Calculos com ventro de través não precisa fazer conta de vento, a não ser que ele passar alguma pergunta que o ventro seja meio que de través com PROA ou CAUDA para calcular mas se passar com vento de través e nao dar nenhuma velocidade de ventro fazer a conta normal sem tirar nada da VA. E nos calculos de NOTURNO deve ser calculado em altonomia com +40 Minutos e não o +30 minutos.

domingo, 11 de março de 2012

TURBULENCIA DE CÉU CLARO (CAT)

O designativo do CAT siguinifica turbulência de céu claro, que ocorre entre o FL200 e FL400, as mais comum esta entre o FL030 e FL060 que são mais frequentes nos continentes e no Inverno, Geralmente ocorrem na base da JET STREAM que são as correntes de JATOS do vento.

Nas cartas de tempo PROGNOSTICADO:

------------------     
-  CAT 300     -
-         200     -    TURBULÊNCIA DE CÉU CLARO PREVISTA NA ÁREA  COMPREENDIDA
-  FL             -     ENTRE FL200 = 20.000 PÉS  E FL300= 30.000 PÉS
-----------------

LITOMETEOROS

Os Litometeoros são:

- Névoa seca = HZ
- Poeira
- Fumaça = FU
- Fumaça com Nevoeiro = FG

Represetado da cor: .............


HIDROMETEOROS

Os hidrometeoros são:

- Orvalho
- Geada
- Escarcha
- Sincelos

É repersentado pela cor AMARE


Tipos de Hidrometeoros:
- Chuva = RA
- Chuvisco = DZ
- Neve = SN
- Granizo =  GS

NEVOEIROS - PRÉ e POST FRONTAIS

* PRÉ-FRONTAL: Sempre ocorrem nas frentes quentes, se forma na massa de ar frio sob a frontal quente.

* POST-FRONTAL: Ocorre sempre após a passagem de uma frente fria lenta.

FRENTES - METEOROLOGIA

* FRONTOGÊNESE (Inicial): Formação das frentes, convergências de ventos entre massas polares FRIAS / QUENTES.

* FRONTÓLISE (final): Região de dissipação das frentes DIVERGÊNCIAS dos Ventos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dicas de clarezas (regulamentos de trafego)

Bom vamos lá para uma dica que eu mesmo criei para mim em meus estudos:

como decorar???

Clareza 1 Lembre que é (INI) de Initeligível
Clareza 2 Lembre de (POR VEZ) de Inteligível por vez

Clareza 3 Lembre de (COM DIFICICULDADE) de Inteligível com Dificuldade

Clareza 4 Lembre que ja é INTELIGÍVEL que já é quase perfeito não se confunda com o INI e sim INTELIGIVEL

CLAREZA 5 = PERFEITAMENTE INTELIGÍVEL

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Hélice - Aeronaves e Motores

Hélice

A hélice transforma potência efetiva em potência Útil

* As hélices tem perfil aerodinâmico como as asas do avião.

Estação de referencia da pá é o ângulo de torção que diminui da raiz para a ponta recebe o nome de ÂNGULO DA PÁ.

Hélice de madeira / Plástico / Fibra: Avião com menor potência.

- Lamina metálica de proteção do bordo de ataque é para proteger contra batida de pedras;

- Furos servem para drenar a água acumulada entre a lâmina e a pá;

- Lamina envernizada serve para manter a resistência ao avanço e proteger contra a umidade;

Tipos de Hélice

- Passo Fixo > Não ajusta

- Passo Ajustável > Somente ajustado em solo

- Passo Variável > Manual
                          > Automático > Aeromática
                                               > Hidromática
                                               > Elétrica

O passo ajustável é ajustado em vôo pelo piloto para a posição:
Mínima ou Máxima, este mecanismo usa pressão de óleo para reduzir o passo e um contrapeso centrifugo para aumentar.

Passo Mínimo > pressão do óleo.

Passo Máximo > Contrapeso centrifugo para aumentar.
Funciona com vez constante / Possui Governador / é automático

Governador: Controla o passo da hélice.

Hélices Hidramáticas: De passo controlável, utilizam a pressão do óleo do motor para controlar o passo da hélice.

Hélices Elétricas: Controlada por um governador elétrico o passo é controlado por um mecanismo do motor.

Passos

* Chato / * Bandeira / * Reverso
- Bandeira: A pá fica alinhada com o vento (diminui o arrasto);

- Chato: Ângulo Nulo (arrasto é Maximo) pode provocar disparo se estiver desenvolvendo potência;

- Reverso: Ângulo da pá fica negativo e inverte a tração (usado para reduzir a distância de pouso)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

BECMG (Becoming)

                                                            BECMG                                                                      

É a variação gradual, é usado quando se espera que as novas condições meteorologicas ocorram APÓS o periodo de transição, nunca superior a 2hs.

Após este periodo de transição todos os elementos que são descritos permanecem até o final da previsão, ou até outro grupo de mudança.

EX: TAF DE GUARULHOS


      SBGR 022100Z 030024 12020KT 6000 RA OVC040 BECMG 1214 BR TN22/12Z TX35/20Z

DECODIFICAÇÃO:

00Z 12020KT 6000 RA 0VC040 12Z
12Z               Transição             14Z
14Z 12020KT 2000 BR OVC040 24Z

Alcance visual na pista (RVR)

Quando o RVR puder ser determinado e for informado, o grupo será formado pela letra R seguida do designador de pista e de uma barra ( / ) seguida do valor do RVR em metros.

Ex.

R09L/0200 - Pista 09 da esquerda com 200 metros de visibilidade
R15/P2000 - Pista 15 maior que 2.000 m.
R27/M0040 - Pista menor que 40 m.
R36R/0400U - Pista 36 da direita 400m aumentando
R14C/0500D - Pista 14 do CENTRO 500 m. diminuindo
R20/1500N - Pista 20 1500 m sem variação

     (RVR = Runway Visual Range = Alcance visual na pista)