terça-feira, 19 de junho de 2012

Grupo Aerofólios e Superfícies Aerodinâmicas

Aerofólios são os compomentes que produzem forças úteis ao voo e temos 3 componentes dentro deste grupo Aerofólios que são:

- Hélice

- Asa

- Estabilizador 


O grupo de superfícies aerodinâmicas são componentes que produzem pequena resistência ao avanço, lembrando que eles não produzem forças uteis para o vôo, que são:

- Carenagem da roda

- Spinner 



Estes dois grupos enquadra dentro da parte de Geometria da aeronave lembrando também que devemos saber os elementos de uma asa pois temos 6 itens importantes, como a Envergadura, Corda, Raiz da asa, ponta da asa, Bordo de Fuga, Bordo de ataque. Lembrando que jamais devemos esquecer da área da asa que é representada pela letra (S). obs: a envergadura é representada pela letra (b) e a corda é representada pela letra (C)


                                              S = b . C  ---> Formula
 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pressão estatica e Dinamica

- Dinamica = Velocimetro da aeronave = a pessão dinamica depende do impacto do vento para ter a indicação no instrumento.


A (VI) Velocidade Indicada é a velocidade lida no velocimentro apenas é correta para uma aeronave voando ao nível do mar, dentro da atmosfera padrão.
A (VA) Velocidade Aerodinamica sera a velocidade do avião com relação ao ar, podemos considerar que era é também a (V V) Velocidade Verdadeira devemos saber que a velocidade aerodinamica não é a velocidade da aeronave, para ter a velocidade da aeronave devemos corrigir o vento da atmosfera, com isto temos a Vs que é a Velocidade em relação do Solo. O Velocimetro recebe Pressão Estatica e a pressão Dinamica.



- Estatica =  Altimetro da aeronave ==> a pressão estatica não depende do impacto do vento.

Altitude Pressão é a altitude que nós lemos no nosso altimetro é a altitude em relação a pressão da atmosfera padrão. 1013.25 hPa. 
A altitude Verdadeira é a altitude em que o avião realmente voa que é medida em relação ao nivel do mar.
Temos também a altitude densidade que é a altitude na densidade do ar da atmosfera padrão.

LEI DOS GASES

T = TEMPERATURA
P = PRESSÃO
D = DENSIDADE
       
         ^    ^   ^
-----> P = D  T    = PRESSÃO SOBE / DENSIDADE SOBE / TEMPERATURA SOBE - Constante


----->T = D   P   = TEMPERATURA  SOBE / DENSIDADE ABAIXA / PRESSÃO SOBE - Inversamente
         ^   V   ^

domingo, 17 de junho de 2012

Trago para vocês os tipos de Pouso de três pontos e o pouso de pista

Sabemos então que os pousos de três pontos só serão utilizados com aeronaves do tipo CONVENCIONAL.

 POUSO  3 PONTOS 
1° - Aproximação com motor em marcha lenta;
2° - Arredondamento;
3° - O avião voa bem próximo do solo;
4° - Velocidade irá diminuindo e o nosso ângulo de ataque irá aumentando;
5° - O avião entra no ângulo Critico;
6° - Temos o avião totalmente estolado e com este resultado toca o solo;


POUSO DE PISTA

1° - Aproximação com o motor em baixa rotação;
2° - Arredondamento;
3° - O avião voa bem próximo do solo;
4° - O Piloto em comando abaixa o avião e faz as rodas do trem de pouso principal tocar o solo;
5° - Corte dos motores e deixa que a cauda da aeronave baixe sozinha.

Conceito Basico de condições para uma Decolagem X Pouso

Devemos saber que as condições que nos ajuda em uma DECOLAGEM são:

- AR SECO e FRIO
- BAIXA TEMPERATURA
- BAIXA ALTITUDE
- VENTO DE PROA
- PISTA EM DECLIVE 

Agora para um POUSO:

- AR SECO e FRIO
- BAIXA TEMPERATURA
- BAIXA ALTITUDE
- VENTO DE PROA
- PISTA EM ACLIVE


OBS: Devem saber que durante um pouso com aeronaves CONVENCIONAIS jamais precionar o pedal do freio durante o toque na pista com o trem de pouso principal, pois sabemos que ocorrerá uma pilonagem, utuilizar os freios somente após a cauda ter baixado e com a roda da bequilha em contato com a pista. (Lembrando que isto pode ocorrer com pousos de PISTA... Detalhe que com este tipo de pouso devemos tomar cuidado para evitar  o famoso cavalo de pau devido o motivo do centro de Gravidade (CG) ser localizado atrás do trem Principal.




                                             (FLY SAFE) Para todos nós sempre!!!                                     



Influência do PESO nas Aeronaves para o POUSO

O peso em uma aeronave não influência na distância e no ângulo de planeio, devemos saber que aumenta a velocidade e a razão de descida. 

Então:

* Avião mais leve: Menor Velocidade;
* Avião mais Pesado: Maior Velocidade;

Ambas as aeronaves podem ter o mesmo ângulo de planeio. com velocidades Diferentes em relação ao PESO.
 

Velocidade de Melhor Planeio

Então vamos lá:

Velocidade de melhor planeio é chamada de velocidade de menor ângulo de descida, faz com que o avião plane a maior distância possível, é utilizado em caso de panes de motor, tendo um valor igual da velocidade de máximo alcance do vôo nivelado. Tendo um ângulo de ataque máximo.

Um planeio realizado com um ângulo de ataque maior sua velocidade e a distância planada diminue, tendo o tempo e o ângulo de palneio aumentado. Temos sua velocidade chamada de velocidade de menor razão de descida.

Planeios com ângulos de ataque menores ou mesmo com velocidades elevadas do que o de melhor planeio em descidas mais rápidas e alcance menor.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Outra Dica Basica de Estaticamente e Dinamicamente

Um avião tem que ser Dinamicamente estável, tem que ser Estaticamente estável também.

Então temos:

- Dinamicamente o CG é a frente do CP

- Estaticamente CG a frente do Ponto NEUTRO

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Estabilidade Direcional

É a estabilidade dos movimentos efetuados em torno do eixo VERTICAL - refere-se aos movimentos de GUINADA.

são apenas 2 fatores que influem na estabilidade direcional

1- Enflechamento        
2- Efeito de QUILHA

1 e 2 Produzem estabilidade direcional e Lateral.

Auto ROTAÇÃO
tendencia que a acft tem de girar sobre o eixo longitudinal a fim de compensar o torque produzido pela hélice.




ps. Uma dica para facilitar na hora de fazer a prova distinguir qual é qual, então lembre assim:


Enflechamento = arco em flecha certo? - então lembre que o vento bate na flecha se você olhando o avião por cima se for ver bem parece um arco com uma flecha lembrando que o vento sempre ira bater nas asas em um Enflechameto....


Agora no efeito de quilha você já sabe que o vento bate no avião.


No efeito de QUILHA lembre o seguinte:


Ex. um king Air ele tem a Área da asa para trás maior então tem grande Área lateral atras do Centro de Gravidade CG, Aumenta e estabilidade.


Agora imagine um MD-80 é um fokker 100 um pouco mais comprido, Grande área Lateral a frente do centro de Gravidade, Diminui a estabilidade da aeronave.

Parafusos

É uma auto-rotação acompanhada de uma perda (estol). No parafuso, só funciona o leme de Direção (comando do eixo Vertical).


São 3 os fatores que causam o parafuso acidental:


1 - Diferença do angulo de incidência
2 - Uso pleno dos ailerons a baixa velocidade
3 - Curvas de grande inclinação


- É comum em aviões de cauda PESADA


- o PILOTO NÃO deve usar os ailerons próximo ao angulo critico, pois o aileron que abaixa pode provocar o estol nessa asa, dando inicio ao parafuso;


- Para fazer a recuperação de um parafuso, o piloto deve primeiramente interromper a rotação, pressionando a fundo o pedal do lado contrario ao da rotação, a seguir, deverá sair do mergulho, puxando progressivamente o manche, para evitar i estol de velocidade.


Parafuso pode ser comandado ou acidental


Parafuso chato é sempre acidental


Parafuso também conhecido como AUTO-ROTAÇÃO.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Escala absoluta / Fluidos

Menor temperatura possível na natureza é igual a -273°C ou -460°F chamado de Zero Absoluto.

Fluidos

Todos os corpos não possuem forma fixa. Temos dois tipos de Fluidos:

- Liquidos / Gases


Os Aviões voam através de AR. Itens que afetam o vôo:

- Temperatura / Densidade / Pressão


Fisica - Aviação

> Velocidade: Unidade percorrida por unidade de tempo
> Massa: Quantidade de Matéria contida num Corpo (MASSA É INVARIÁVEL)
> Força: produz o movimento de um corpo
> Peso: força da Gravidade. O peso é VARIÁVEL ==> O peso de uma pessoa é maior nos polos do que no Equador.


> Trabalho: força por deslocamento
> Potência: trabalho por unidade de tempo.
> Inércia: tendência dos corpos permanecerem em repouso ou movimento retilineo uniforme
> Densidade: Massa por unidade de volume
> Torque: causa rotação
> Ação ou reação 3° Lei de Newton
> Vetor: Grandeza matemática que possui intensidade, direção e sentido
> Pressão: Força por unidade de tempo
> Energia: Tudo aquilo que pode realizar trabalhos.

domingo, 27 de maio de 2012

CP = Centro de Pressão

Quando aumentamos o ângulo de ataque nos perfis assimétrico o CP "se desloca para FRENTE"                              Nos perfis simétricos o CP NÃO se move.

Pergunta de prova:

Com a diminuição de um ângulo de ataque em um perfil Assimétrico ele se desloca para onde?
- Para trás



Quando o ângulo de ataque é positivo, a sustentação será positiva (em qualquer dos tipos de perfis)


O ângulo de ataque será NULO quando o vento relativo soprar na mesma direção da corda do aerofólio, mas tenham atenção que temos um ângulo de ataque que a asa não produz sustentação que chamamos de ângulo de ataque de sustentação nula. 


O angulo de sustentação nulo é sempre igual a zero no SIMÉTRICO e negativos no ASSIMÉTRICO pelo motivo de diferença em seu perfil.


- Quando aumentamos o ângulo de ataque, a sustentação também aumenta

Velocidades

VI = Velocidade indicada: É a velocidade que o piloto lê no instrumento; só será correta se a ACFT estiver voando na atmosfera padrão, ao nível do mar = 1013.2 Hpa


VA = Velocidade Aerodinâmica: É a velocidade em relação ao Ar. Também conhecida como velocidade verdadeira.


 VA não se altera com o VENTO 

Resultante Aerodinâmica

Então o que é a Resultante Aerodinâmica???


Bom vamos lá:


A resultante aerodinâmica é a força que atua fazendo uma força na asa da aeronave empurrando para cima e para trás!!! como isto funciona???


Isto funciona através do vento que passa pelas asas, isto mesmo e como é este processo???


Este processo funciona que o Vento que passa na parte de cima da asa da aeronave (extradorso) tendo uma velocidade maior e uma pressão menor. Na parte de baixo da asa (intradorso) o ar passa mais lentamente tendo uma pressão maior.


Este processo é o que gera a RESULTANTE AERODINÂMICA no perfil de uma asa!

Aerofólios

Produzem forças uteis ao Voo

> Hélice

> Asa

> Estabilizador

Pressões

Pressão Dinâmica - Pressão produzida pelo impacto do vento. A pressão Dinâmica AUMENTA com o aumento da DENSIDADE.

Pressão total - Soma da pressão estática com a pressão Dinâmica.
> Velocímetro usa a pressão Estática e a TOTAL para o seu Funcionamento
> Altímetro utiliza apenas a pressão estática para o seu funcionamento.

Velocimetrico Agora alguns se perguntão o que é Pressão estática mesmo ??? O que é Pressão dinâmica mesmo???

--- Bom a pressão Dinâmica é a pressão que é produzida pelo impacto do vento, deixa de existir quando para de soprar. É tanto maior, quanto maior dor a densidade do fluido que escoa.

--- Bom pressão estática é a pressão que não precisa de nenhum impacto de vento como é usado para o Altímetro, que mede a altitude da aeronave em voo.

Elementos do perfil

* Bordo de Ataque (parte da frente da asa)

* Bordo de Fuga (parte de trás da asa)

* Extradorso (parte de cima da asa)

* Intradordo (parte de baixo da asa) 

* Corda (linha que liga do bordo de ataque ao bordo de fuga)

* Linha de Curvatura média (CMG) (Linha equidistante do extradorso e do Intradorso)

Elementos de uma ASA

* Envergadura (distância entre duas pontas de asas)

* Corda (distância entre o bordo de fuga e o bordo de ataque)
* Raiz da asa (parte que prende a asa a fuselagem do aviao)
* Ponta da asa (parte lateral da asa)
* Bordo de Ataque (parte da frente da asa)
* Bordo de Fuga (parte de trás da asa)

Ângulos

* Ângulo de Ataque: é formado entre a corda e o vento relativo;
* Ângulo de Incidência: Formado entre o eixo Longitudinal da ACFT e a corda da ASA
* Ângulo de Atitude: é formado pelo eixo longitudinal e a linha do Horizonte
* Ângulo de subida: formado entre a trajetória ascendente da ACFT e a Linha do Horizonte
* Ângulo de Planeio: formado entre a trajetória do voo e a linha do horizonte num voo sem motor


* Diedro: é o ângulo formado por uma linha que passa pelo intradorso da asa e o eixo Lateral
* Enflechamento: é o ângulo formado entre o eixo lateral e o bordo de ataque das asas.

Passos de Hélice...

* Passo Teorico = simplesmente é a rotação completa da Hélice


* Passo Efetivo = Distância realmente percorrida pela Hélice


* Recuo = Diferença entre o passo Teórico e passo EFETIVO ou a distancia que a hélice deixou de percorrer.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Altímetro - (NAVEGAÇÃO AÉREA)


            Instrumento de bordo destinado a favorecer medidas de altitudes da aeronave.

            Altitude Pressão

            Altitude ai nível de pressão Padrão de 1013.2 HectoPascais (29.92 polegadas de mercúrio). Quando inserida a pressão padrão no altímetro, esta altitude leva o nome de “nível de Vôo” FL= Flight Level e é expresso em centenas de pés.
            Se um vôo a FL125 defina altitude sem correção ou altitude QNE.

            Altitude Indicada: Altitude quando o altímetro tem como referência de ajuste a pressão do local sobrevoado. Ajuste a pressão de QNE para QNH.

            Altitude Densidade: Altitude Pressão corrigida, erros de temperatura.

            Altitudes Verdadeira: Altitude Pressão corrigida para os erros de pressão e temperatura.

            Altitude Absoluta ou Altura: Distancia vertical de uma aeronave em relação ao terreno sobrevoado.

            Altitude Calibrada: Altitude corrigida para erros mecânicos.

            Numa região fria a tendência natural de ar atmosférico é possuir maior densidade do que numa região quente, causando assim um espaçamento entre dois níveis de mesma pressão diferentes do padrão normal.
            O altímetro de bordo compõe-se basicamente de uma cápsula aneróide que se expande ou contrai de conformidade com a pressão nela exercida.
            Pressão sobre a cápsula é pressão atmosférica captada no tubo de Pitot.

            Ajuste QNE

            Inserido 1013.2 hPa (29.92 polegadas Mercúrio) ajuste chamado de ajuste padrão. Será sempre expressa por Nível de Vôo, ou seja, 3500 pés serão informados como FL35. Ajuste para vôos em rota.

            Ajuste QNH

            Inserido quando informado pelo órgão de Serviço de Tráfego Aéreo. Que ocorre num aeródromo, reduzido ao MSL. Para aproximações e pouso num aeródromo, Conhecido como ajuste de altímetro, indica a elevação do aeródromo quando a aeronave estiver no solo. Quando ajuste é QNH as altitudes serão informadas em pés, servindo também para verificação dos erros de altímetro quando estiver no solo antes da decolagem.

            Troca de ajuste QNH para QNE ou vice-versa ocorre em dois pontos distintos.

            Altitude de transição – altitude em que o ajuste é trocado de QNH para QNE e ocorre em vôo após a decolagem da aeronave de um aeródromo.
            Locais onde não constar em publicações a altitude de transição o procedimento é trocar de QNH para QNE ao cruzar 3000 pés de altura em relação ao aeródromo.

            Nível de transição – altitude onde é trocado de QNE para QNH e quando uma aeronave se aproxima de um aeródromo para pouso. Será informado por um Órgão de Tráfego Aéreo situado ligeiramente acima da altitude de transição. No caso de ajuste em um aeródromo sem Órgão será ajustar o altímetro de QNH do aeródromo mais próximo que irá pousar.

                                   Indicador de Subida ou Decida

            Conhecido como de velocidade Vertical ou Climb, instrumento de bordo que possibilita conhecer a razão de subida ou descida que uma aeronave desenvolve. Sua unidade é dada em pés por minuto.
           
            Funcionamento é simples: Pressão atmosférica ou estática captada no tubo de Pitot é transmitida por duas linhas de pressão até a caixa do instrumento que possui no seu interior uma cápsula aneróide.

            No climb a indicação para Cima significa positiva a razão de quantos pés ele sobe por minuto.
            A indicação no (0=Zero) significa vôo nivelado e a indicação para baixo significa negativa indicando quantos pés por minuto a aeronave ira descer.

            Velocímetro

            Instrumento mais importante na aeronave, seu principio de funcionamento baseado nas pressões estáticas e de impactos captadas no tubo de Pitot.
            Pressão de impacto é levada por um tubo de até a inferior de uma cápsula aneróide agindo nela de dentro para fora.
            Pressão estáticas conduzida por um tubo até a caixa do velocímetro agindo de fora para dentro. Quando aeronave está parada em relação ao ar as pressões nos dois tubos tem mesmo valor e o ponteiro indica ZERO. Aeronave se movimentando a relação ao ar à pressão e a cápsula se expande movimentando o ponteiro.

            Velocidade da aeronave indicará corretamente a velocidade em relação ao ar quando a pressão for 1013.2 hectoPascais e a temperatura do ar for de 15° Celsius.

            Medidas que subirmos, em altitude de variações da densidade do ar atmosférico, as pressões estáticas e de impacto diminuem.
            Devemos ressaltar que, a principio, a velocidade obtida no velocímetro tem como base o deslocamento da aeronave em relação ao ar e não relação ao solo. As velocidades podem ser definidas como:

Velocidade Indicada (VI)
Conhecida como IAS = (Indicated Air Speed)
Velocidade vista no instrumento.
Velocidade Calibrada (VC)
Erros de instalação ou posição.
Velocidade Equivalente (VE)
Conhecida como EAS(Equivalent Air Speed)
É a VC corrigida para erros de compressibilidade do ar. Erro ocasionado pelo aquecimento no tubo de Pitot com impacto das partículas de ar. Aumenta o erro com a velocidade e depende da altitude. Quando a velocidade for até 250 KT(nós).
Velocidade no ar, verdadeira ou rodinâmica (VA)
É a (VE) ou (VC) corrigida para os erros de densidade (pressão e temperatura). Consideramos que a VA aumenta 2% em relação a VI, para cada 1000 pés que subimos. Seria a velocidade desenvolvida em vôo em relação ao ar e ela independente do vento. Conhecida como TAS (True Air Speed).
Velocidade no Solo (VS)
È a VA equacionada vetorialmente com efeitos do vento sobre a aeronave. Dizer que é a velocidade da sombra da aeronave sobre a superfície terrestre. Conhecida como GS (Groond Speed)

Sistema de Lubrificação

O principio da lubrificação é não deixar partes metálicas do motor terem atrito havendo desgastes. Com o óleo colocado no motor forma-se uma película de óleo para manter as peças separadas, isso elimina o desgaste e o funcionamento torna eficiente apenas um pequeno atrito que não tem nenhum risco.

Funções do Óleo Lubrificante

O óleo tem a função secundária auxiliar o resfriamento do motor, a falta de lubrificação coloca as peças metálicas móveis em contato, provocando o desgaste e calor por atrito. O calor pode queimar o óleo transformando em BORRA que acabará impedindo o funcionamento das peças.

Propriedades do óleo lubrificante são:

- Viscosidade
- Ponto de congelamento
- Ponto de Fulgor

* Viscosidade é a resistência que o óleo oferece ao escoamento. Frio excessivo aumenta a viscosidade tornando difícil o movimento das peças. e o calor excessivo diminui a viscosidade, tornando o óleo muito incapaz de manter a película lubrificante entre as peças.
Com estes parâmetros a temperatura deve ser mantida dentro de determinados limites.

* Ponto de Congelamento Temperatura em que o óleo deixa de escoar. Um bom óleo tem baixo ponto de congelamento, permitindo que o motor desenvolva o funcionamento em baixas temperaturas.

* Ponto de Fulgor é temperatura que o óleo inflama, quando em contato com uma chama. Um bom óleo tem alto ponto de fulgor tornando possível a lubrificação em temperatura elevada.

Fluidez

Óleo lubrificante deve ter elevada fluidez, para circular facilmente pelo motor.

Estabilidade 

Óleo deve ser estável, não deve sofrer alterações químicas e físicas durante o uso. As alterações são inevitáveis, são estabelecidas tolerâncias através de normas.

Neutralidade

Ausência de acidez no óleo. Os acidos presentes afetam as peças do motor causando corrosão.

Oliosidade

Depende do óleo e do tipo da superfície a ser lubrificada. Indica a capacidade do óleo aderir a superfície. Propriedade importante, pois um óleo aderir a superficie 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Atmosfera

N - 78% = Nitrogenio 
O - 21% = Oxigenio
S -  1% = outros Gases


Fácil assim de se decorar com saber qual é qual. Só escrever NOS de cima para baixo e iniciar do numero maior para o menor.

Aprendido com o Prof. Serejo que ministra aulas em uma Escola de aviação Civil em SP.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Macete de vento em relação a pista em uso

Muitos tem Dúvidas referente a qual pista esta em uso referente a direção e velocidade do vento, então vamos lá:

Você deve pegar o RUMO das cabeceiras e subtrair de onde vem o vento, o resultado da conta que der menor de 90° você irá decolar, então vamos para o exemplo:

- Vento de 270° com 20 nós

- Pistas 17 e 35

270 - 170 = 100 (então deu maior que 90 a pista 17 não sera usada)
350 - 270 = 80   (então será a pista em uso para pouso e decolagem)

Então a pista em uso será a pista 35

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Veja até o fim, Você vai entender o que ele quer DIZER!


DEFINOÇÕES DE PESOS DE AERONAVES e Separação Pouso e decolagem

Leve (L) entre 7.000 kg ou menos -  
- Pousando: Mínimo de 3 Minutos entre uma aeronave leve ou média, pousando após uma aeronave pesada.
- Decolando: Minimo de 2 minutos entre uma aeronave leve ou média que decola após uma pesada

Média (M) de 7.000 kg até 136.000 kg.  
- Pousando: Minimo de 3 Minutos entre uma aeronave leve ou média, pousando após uma aeronave pesada.
- Decolando: Mínimo de 2 minutos entre uma aeronave leve ou média que decola após uma pesada

Pesada (W) de 136.000 ou mais.

DEFINIÇÕES DE AEROVIAS


domingo, 1 de abril de 2012

PARAFUSO (TEORIA DE VOO)

O piloto reduz o motor para marcha lenta e ergue gradualmente o nariz do avião, perde velocidade e quando esta prestes a estolar, o piloto pressiona  um dos pedais fazendo o avião derrapar. Na derrapagem faz uma das asas ESTOLAR com isto o avião entra em Parafuso.


Torque do Motor

O avião ficará próximo do angulo critico e o torque do motor tende a girar o avião para o lado contrario da rotação da hélice. O avião entra em Estol com motor sem que a potência seja reduzida.



Asa com incidência Diferente


A asa com incidência maior estola primeiro que a outra, podendo dar o inicio ao parafuso.


Uso dos ailerons próximo ao Estol


Este fator do uso dos ailerons próximo ao angulo crítico da aeronave pode causar estol de asa do lado da asa que o aileron abaixa, provocando um parafuso. É mais seguro usar os pedais do que os ailerons.


Curvas


No processo de uma curva muito inclinada o piloto deve tomar cuidado para evitar um ESTOL, pois o estol executado o avião esta com alto valor de peso e baixa sustentação, com este fator fará o avião entrar em parafuso girando no sentido inverso da curva.


Recuperação do parafuso


O piloto em comando deve reduzir a rotação e pressionar o pedal para o lado contrario da rotação com isto deverá sair do mergulho puxando progressivamente o manche para evitar o estol de velocidade


Parafuso CHATO


O avião de cauda pesada ergue o nariz tornando o parafuso CHATO. Se ocorrer o piloto deve se deslocar para o acento da frente para mudar o CG da aeronave, com este efeito o avião baixa o nariz voltando ao parafuso normal.


No parafuso chato o avião desce girando em torno de sim em sentido vertical escoando em 90° do eixo longitudinal. Este efeito torna o profundor e o leme de direção inoperante para a recuperação do parafuso

terça-feira, 27 de março de 2012

DICAS de TEORIA de VÔO em comandos de Vôo e EIXOS

Muita gente na hora do nervoso e na hora da prova bate uma certa dúvida em questão de profundor para CIMA ou  profundor para BAIXO quando você executa o determinado comando de PICAR e CABRAR então vamos la´:


--> Puxa = Carbar = nariz do avião fica com o PITH = UP (para cima)// Profundor para CIMA

--> Empurra = Pica = nariz do avião fica com o PITH = DOWN (para baixo) // Profundor para BAIXO


Agora uma breve dica de Eixos:

--> Eixo Longitudinal = ROLAGEM: É como você espetar um palito do NARIZ do avião a CAUDA da aeronave, seria o movimento dos ailerons, fazendo o avião rolar para DIREITA ou ESQUERDA. 

--> Eixo Transversal = ARFAGEM ou TANGAGEM: Se você espetar com o palito em um avião de uma ponta a outra das asas, certamente o avião fara o movimento de picar e cabrar, movimento do Profundor.

--> Eixo Vertical = GUINADA: Você neste caso espeta um palito no meio do avião de cima para baixo ou de baixo para cima, o movimento do avião sera usado do LEME DE DIREÇÃO esquerda e direita.

Temos também agora que muitos novos sempre fazem confusão em questão do COMPENSADOR em relação ao comando primario:

Lembre que o comando do compensador será sempre o inverso do comando... Comando segundario inverso do primario.

-- PROFUNDOR para CIMA = compensador para BAIXO
-- PROFUNDOR para BAIXO = compensador para CIMA 

Neste caso é o componente segundario que faz dar o comando de movimento na aéronave.

agora temos 3 tipos de compensadores:

--- Fixos:  São compensadores ajustados no Solo

---  Comandaveis: São ajustados em vôo

--- Ajustaveis: são os automáticos eles funcionam através do comando primário que o piloto execulta durante o voo no comando primário.
 

terça-feira, 20 de março de 2012

Navegação com vento de Cauda.

Navegação A) para B) Diurno + 30 Minutos
DE: A) para B) + 30 MINUTOS
DISTANCIA = 310NM
VEL. DE CRZ = 130KT
CONSUMO = 70L/H
VENTO = CALDA 40KT


> TEMPO DE VOO     130kt + 40kt Vento = 170 VA

  170kt   =   60min  =   01:49
 310 nm         x

60 x 310 = 18600 / 170 = 109 mint. = 01:49

> A) para B) + 30 mints = 02:19 Altonomia

> Alcance da Aeronave

170 kt   =  01:00 (60mint)= 393NM
   x           02:19 (139mint)

170 x 139 = 23630 / 60 = 393

> Combustível

70 L/H  =  01:00  = 162 Litros
  x            02:19

70 x 139 = 9730 / 60 = 162 Litros

Tempo de Voo: 01:49
Autonomia de : 02:19
Alcance de = 393NM
Combustível = 162 Litros

Navegação A) para B) Diurno + 30 Minutos ( vento de Proa)

DE: A) para B) + 30 MINUTOS
DISTANCIA = 310NM
VEL. DE CRZ = 130KT
CONSUMO = 70L/H
VENTO = PROA 20KT

> TEMPO DE VOO

  110kt   =   60min  =   02:50
 310 nm         x

> A) para B) + 30 mints = 03:20 Altonomia

> Alcance da Aeronave

110 kt   =  01:00 (60mint)= 366NM
   x           03:20 (200mint)

> Combustivel

70 L/H  =  01:00  = 233Litros
  x            03:20

Tempo de Voo: 02:50
Autonomia de : 03:20
Alcance de = 366NM
Combustível = 233 Litros 

OBS:
Calculos com vento de PROA subtrair da VA
Calculos com vento de CAUDA somar na VA
Calculos com ventro de través não precisa fazer conta de vento, a não ser que ele passar alguma pergunta que o ventro seja meio que de través com PROA ou CAUDA para calcular mas se passar com vento de través e nao dar nenhuma velocidade de ventro fazer a conta normal sem tirar nada da VA. E nos calculos de NOTURNO deve ser calculado em altonomia com +40 Minutos e não o +30 minutos.

domingo, 11 de março de 2012

TURBULENCIA DE CÉU CLARO (CAT)

O designativo do CAT siguinifica turbulência de céu claro, que ocorre entre o FL200 e FL400, as mais comum esta entre o FL030 e FL060 que são mais frequentes nos continentes e no Inverno, Geralmente ocorrem na base da JET STREAM que são as correntes de JATOS do vento.

Nas cartas de tempo PROGNOSTICADO:

------------------     
-  CAT 300     -
-         200     -    TURBULÊNCIA DE CÉU CLARO PREVISTA NA ÁREA  COMPREENDIDA
-  FL             -     ENTRE FL200 = 20.000 PÉS  E FL300= 30.000 PÉS
-----------------

LITOMETEOROS

Os Litometeoros são:

- Névoa seca = HZ
- Poeira
- Fumaça = FU
- Fumaça com Nevoeiro = FG

Represetado da cor: .............


HIDROMETEOROS

Os hidrometeoros são:

- Orvalho
- Geada
- Escarcha
- Sincelos

É repersentado pela cor AMARE


Tipos de Hidrometeoros:
- Chuva = RA
- Chuvisco = DZ
- Neve = SN
- Granizo =  GS

NEVOEIROS - PRÉ e POST FRONTAIS

* PRÉ-FRONTAL: Sempre ocorrem nas frentes quentes, se forma na massa de ar frio sob a frontal quente.

* POST-FRONTAL: Ocorre sempre após a passagem de uma frente fria lenta.

FRENTES - METEOROLOGIA

* FRONTOGÊNESE (Inicial): Formação das frentes, convergências de ventos entre massas polares FRIAS / QUENTES.

* FRONTÓLISE (final): Região de dissipação das frentes DIVERGÊNCIAS dos Ventos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dicas de clarezas (regulamentos de trafego)

Bom vamos lá para uma dica que eu mesmo criei para mim em meus estudos:

como decorar???

Clareza 1 Lembre que é (INI) de Initeligível
Clareza 2 Lembre de (POR VEZ) de Inteligível por vez

Clareza 3 Lembre de (COM DIFICICULDADE) de Inteligível com Dificuldade

Clareza 4 Lembre que ja é INTELIGÍVEL que já é quase perfeito não se confunda com o INI e sim INTELIGIVEL

CLAREZA 5 = PERFEITAMENTE INTELIGÍVEL

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Hélice - Aeronaves e Motores

Hélice

A hélice transforma potência efetiva em potência Útil

* As hélices tem perfil aerodinâmico como as asas do avião.

Estação de referencia da pá é o ângulo de torção que diminui da raiz para a ponta recebe o nome de ÂNGULO DA PÁ.

Hélice de madeira / Plástico / Fibra: Avião com menor potência.

- Lamina metálica de proteção do bordo de ataque é para proteger contra batida de pedras;

- Furos servem para drenar a água acumulada entre a lâmina e a pá;

- Lamina envernizada serve para manter a resistência ao avanço e proteger contra a umidade;

Tipos de Hélice

- Passo Fixo > Não ajusta

- Passo Ajustável > Somente ajustado em solo

- Passo Variável > Manual
                          > Automático > Aeromática
                                               > Hidromática
                                               > Elétrica

O passo ajustável é ajustado em vôo pelo piloto para a posição:
Mínima ou Máxima, este mecanismo usa pressão de óleo para reduzir o passo e um contrapeso centrifugo para aumentar.

Passo Mínimo > pressão do óleo.

Passo Máximo > Contrapeso centrifugo para aumentar.
Funciona com vez constante / Possui Governador / é automático

Governador: Controla o passo da hélice.

Hélices Hidramáticas: De passo controlável, utilizam a pressão do óleo do motor para controlar o passo da hélice.

Hélices Elétricas: Controlada por um governador elétrico o passo é controlado por um mecanismo do motor.

Passos

* Chato / * Bandeira / * Reverso
- Bandeira: A pá fica alinhada com o vento (diminui o arrasto);

- Chato: Ângulo Nulo (arrasto é Maximo) pode provocar disparo se estiver desenvolvendo potência;

- Reverso: Ângulo da pá fica negativo e inverte a tração (usado para reduzir a distância de pouso)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

BECMG (Becoming)

                                                            BECMG                                                                      

É a variação gradual, é usado quando se espera que as novas condições meteorologicas ocorram APÓS o periodo de transição, nunca superior a 2hs.

Após este periodo de transição todos os elementos que são descritos permanecem até o final da previsão, ou até outro grupo de mudança.

EX: TAF DE GUARULHOS


      SBGR 022100Z 030024 12020KT 6000 RA OVC040 BECMG 1214 BR TN22/12Z TX35/20Z

DECODIFICAÇÃO:

00Z 12020KT 6000 RA 0VC040 12Z
12Z               Transição             14Z
14Z 12020KT 2000 BR OVC040 24Z

Alcance visual na pista (RVR)

Quando o RVR puder ser determinado e for informado, o grupo será formado pela letra R seguida do designador de pista e de uma barra ( / ) seguida do valor do RVR em metros.

Ex.

R09L/0200 - Pista 09 da esquerda com 200 metros de visibilidade
R15/P2000 - Pista 15 maior que 2.000 m.
R27/M0040 - Pista menor que 40 m.
R36R/0400U - Pista 36 da direita 400m aumentando
R14C/0500D - Pista 14 do CENTRO 500 m. diminuindo
R20/1500N - Pista 20 1500 m sem variação

     (RVR = Runway Visual Range = Alcance visual na pista)     

CAVOK (O que significa a sigla?)

CAVOK 

Substitui as informações sobre a visibilidade, alcance visual na pista, tempo presente e nunves quando ocorrere, simultaneamente as seguintes condições:

Visibilidade: 10km ou mais
Tempo Presente: Ausência de precipitação e trovoada
Nuvens: Nenhuma nuvem abaixo de 1.500 m e nenhum cumulonimbus (CB)

Classificação pelo estágio de Formação

O estagio de Formação refere-se a altura da base das nuvens, não sendo importante o volume nem o desenvolvimento vertical das nuvens.

A classificação é feita  ainda levando em consideração as latitudes.

Altas: Encontradas acima de 8.000 mestros em latitudes tropicais; acima de 7.000 metros em latitudes temperadas; acima de 4.000 metros em latitudes polares.

Médias: Encontradas entre 2.000 a 8.000 metros em latitudes tropicais; 7.000 metros em latitudes temperadas e 4.000 metros em latitudes polares.

Baixas: Encontradas entre 30 e 2.000 metros em qualquer latitude.